sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Em Macaé, Il Duce mobiliza suas tropas...

Apesar da vedação legal, e dos avisos do ministério público, Il Duce de Macaé, cidade vizinha a do pequeno-führer, avança no seu propósito de não perder a guerra midiática...

Como um chacal que se alimenta da carniça do (des)governo do Estado do Rio de Janeiro, o alcaide da cidade litorânea insiste em dizer que pagará o 13º salário dos policiais militares que servem em seu feudo...

Ora, se a transferência entre entes da União fosse permitida em Lei, se a LOA e a LDO de Macaé permitissem tal alocação de recursos, ou seja, se tudo estivesse dentro das regras (e não está), ainda assim restaria o grave problema moral:

Os servidores municipais estão sob regime draconiano há anos, sem pagamento de férias no ano de gozo, auxílios e indenizações cortadas, e alguns foram vítimas de decreto ilegal de corte de vencimentos (cuja situação foi sanada na justiça, restando enorme passivo da restituição dos descontos retroativos)...

Então, se falta pão em casa, como alimentar o vizinho?

Não se imagina destino igual em tempos de paz, nem é da tradição brasileira tratar assim os seus déspotas, mas uma boa metáfora para o fim de períodos autoritários está na imagem abaixo, quando o ditador italiano recebeu "o carinho" de seu povo, no fim da II Guerra Mundial:

Resultado de imagem para morte do il duce

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