sexta-feira, 11 de novembro de 2016

zé bocó da lapa, seus soldadinhos de chumbo em: A raposa e o galinheiro!

Desde que brincou de secretário de segurança desse Estado, o que lhe rendeu uma condenação por quadrilha ou bando (artigo 288 do Código Penal), o zé bocó da lapa nunca se livrou desse "cacoete"que se manifesta com o uso incorreto das forças de segurança...

Como está sequestrado pelo ostracismo nessa planície lamacenta, restou-lhe usar a Guarda Civil Municipal como sua guarda pretoriana...

No episódio recente que envolve o poder concedente e uma concessionária local de depósito de veículos, o zé bocó, novamente, enfiou os pés pelas mãos, e confirmou a natureza ilegal do ato de força...

Ora, se é a Guarda Municipal a principal responsável pela apreensão e depósito de veículos naquela concessionária, e se um dos motivos alegados para a "intervenção" é o abuso nessas apreensões, como chamar o principal coator para fiscalizar e participar de atos de correção na concessionária sob intervenção?

Na minha cretina opinião, qualquer ato praticado sob os auspícios da Guarda Municipal, qualquer peça ou documento, ainda que não oficial, que tiver sido publicado nos meios oficiais ou de comunicação, como blogs, por exemplo, já está eivado de total nulidade...

Ora, ora, é como chamar a raposa para cuidar do galinheiro...se bem que a raposa é bicho associado a esperteza, o que, sinceramente, não é o caso dos patetas da lapa...

2 comentários:

Anônimo disse...

Você sabe quem é(são) o(s) verdadeiro(s) dono(s) da Pátio Norte?

douglas da mata disse...

Bem, será que é o mesmo dono da empresa (GAP), que mantinha o carrão que estava com o filho do zé bocó da lapa, quando ele se acidentou?

Ou será que é o mesmo dono do jornal e rádio "ordinário"?

Hummmm, mas no fim das contas, a gente acredita naquela história de uma única casinha na lapa e uma única linha de telefone, não é mesmo?