domingo, 2 de outubro de 2016

Campos dos Goytacazes a beira do caos: Entre jacobinos coxinhas e os patetas da lapa!

A ressaca não tarda!

Apesar dos arroubos da vitória inesperada no primeiro turno, algo impensável ao mais otimista dos partidários do coxinha-prefeito, o fato é que será inaugurada uma nova era de trevas na cidade!

Incapaz de gerir a cidade, tanto pela falta de uma equipe com capacidade e rodagem para tanto, como pelo fato de não deter maioria parlamentar, a saída dos jacobinos recém-eleitos é criar um clima de caça às bruxas, replicando suas falhas na chamada "herança maldita"!

Aliados da franquia local da república do paraná, os jacobinos-coxinhas recém eleitos partirão para a instrumentalização dos aparatos judiciais para governar sem maioria, chantageando os desafetos...

Do outro lado estarão os ressentidos patetas da lapa, com as diversas escoriações e o orgulho ferido por uma derrota amarga...

Com maioria do parlamento local mantida, farão de tudo para tornar o mandato do coxinha-jacobino um inferno...

Oportunistas de toda sorte ganharão espaço...

jornais que antes eram "oposição" vão virar "diário oficial", o "diário oficial" vai virar oposição...

Aguardemos...vai ser engraçado ver esse pessoal todo se torcendo para desdizer o que disse, e defendendo o que atacava, e vice-versa...

4 comentários:

Anônimo disse...

"A bordo do discurso moralista e hipócrita mais escroto possível, adversários dos patetas da lapa dão a munição que falta para que o candidato governista deslanche no fim do pleito..."

Gustavo Landim Soffiati disse...

Isso se Garotinho tiver como continuar alimentando seus parlamentares e/ou se os mais pragmáticos da equipe do recém-eleito (egressos do governo Mocaiber, por exemplo) não apelarem para outras forma$ de convencimento dos opositore$ da Casa do Telhado de Vidro (ops, de Leis).

douglas da mata disse...

Meu caro comentarista,

O fato de existir munição e armas não significava (e não significou) que soubessem atirar no alvo...

douglas da mata disse...

Tem razão Gustavo, é bem provável que em pouco tempo o novo-velho governo eleito substitua o discurso pela prática. O que não é problema algum, se não tivessem estabelecido um (falso) paradigma de atuação.