domingo, 13 de setembro de 2015

Angela "Führer" Merkel avisa: quem entrou, entrou, quem não entrou...foda-se!

Veio rápido até demais...Passada a comoção hipócrita promovida pelos cretinos da mídia local, nacional e internacional, a partir da foto do menino morto na praia, após a tentativa frustrada de fugir da Síria, a Alemanha reintroduz os controles de fronteira, neste caso na parte limítrofe com a Áustria, como nos informa o o jornal inglês The Independent...

Milhares de policiais alemães foram deslocados para pontos de controle na região da Bavária, impedindo o fluxo migratório até Munique...

A justificativa? Possibilitar alguma "ordenação" na entrada...

Ahan, contem outra, chucrutes...

Recentemente, este blog publicou um texto (Crise humanitária ou cinismo globalizado), questionando a chantagem emocional calhorda promovida pela mídia, inclusive pelos fieis defensores do liberalismo capitalista, como se fosse possível separar a morte e sofrimento dos refugiados das diferenças globais provocadas por este sistema econômico...

Reduziram tudo à emoção...Pois bem, a emoção acabou, avisou Merkel...

Um comentarista imbecilizado pelas fossas editoriais da mídia comercial tentou nos dizer, na caixa de comentáario daquele post, que o mundo está uma maravilha, o capitalismo enfim venceu, e possibilita até a solidariedade europeia...

Santos demônios, quanta burrice...

Eu confesso que estou ficando cansado de desmascarar a idiotia dessa gente...arf...

2 comentários:

Anônimo disse...

Se a Merkel é o Fuhrer, o que resta para os que provocaram essa tragédia, né? Para aqueles que cortam cabeças, que jogam homossexuais do alto, que fazem crianças executar reféns.

Ah, esqueci que o senhor é progressista: o Estado Islâmico é vítima do imperialismo ocidental...

douglas da mata disse...

Meu caro, eu acredito que para alguns, cortar cabeças não tem problema algum, como é o seu caso, pois com ou sem cabeça você não é capaz de pensar.

Olhe, qualquer idiota um pouco mais informado que você, como eu, é capaz de entender que não há juízos fáceis sobre o problema da Síria, do Oriente Médio, enfim, da geopolítica mundial.

O Estado Islâmico, por exemplo, é resultado direto do enfraquecimento do presidente sírio, um déspota, é verdade, mas que era "amigo" até quando rezou pela cartilha de Washington e OTAN, foi tratado com pompa e grana, como é o caso da monarquia saudita (sanguinários decaptadores mutiladores, mas que os EUA e aliados chamam de bons amigos) ou como foi o caso do Kadhafi (lembra?).

O ISIS não difere muito dos israelenses, que bombardeiam campos de refugiados com bombas de fósforo (sabia?).

Mudou o vento (intere$$e) da geopolítica da Casa Branca, e a Síria foi destroçada e passou a vomitar refugiados e produzir cenas de selvageria on-line.

Algo parecido foi feito com Iraque (Saddam era amigo contra o Irã, e depois virou "O" capeta), ou com a própria Al Qaeda, que ajudou os EUA na guerra contra a ex-URSS no Afeganistão, e depois, 11 de setembro...

Tem o Noriega no caso do Panamá, outro sanguinário ex-aliado, que depois caiu em desgraça.

Ou seja, sua mula (sem cabeça), o ISIS não é vítima (ao contrário, são facínoras da pior espécie) porque nesse jogo não há vítimas (ao menos não no campo institucional e das lideranças), mas sim resultado direto da tática dividir para reinar, que patrocina banhos de sangue e fome ao redor do planeta, desde sempre na África, passando pela América Latina, como a Inglaterra que no século XIX alimentou nosso "ódio genocida" contra o Paraguai, e em tantas outras ocasiões.

Vá estudar seu animal, e nos poupe de comentários tão desprovidos de conteúdo.