sábado, 21 de março de 2015

Caso Petrobrás x Pasadena: Especialista em petróleo desmonta cartilha da Globo, na própria Globo



Às vezes, nossa arrogância nos leva a crer que o jogo está ganho...Falta (em alguns casos) combinar com os russos...
É o que aconteceu aqui com a charlatojornalista leilane neubarth, musa dos paneleiros-coxinhas...
Foi buscar lã, e 'tadinha, saiu toda tosquiada...

O especialista escalado não seguiu o roteiro dos editores, e...ui...toma, leilane, toma leilane...
"Não se faz conta de Petrobrás como se faz conta de padaria", é o resumo do que disse Jean-Paul Prates...
Resultado: A grobo retirou o vídeo do ar...Leia sobre isto no blog do Nassif.

Salve, salve a liberdade de expressão, não é não, senhores? Afinal, o que é melhor que desmentir os cretinos usando seu próprio conteúdo?

3 comentários:

Anônimo disse...

Mais uma vez vc arrebentou,parabens! Tadeu 360

Anônimo disse...

Douglas:

As análises deste tipo de negócio, de tão complexos, e com tantas variáveis não mensuráveis, se prestam a todo o tipo de interpretação. Pode até ser o caso de atirar no que vê e acertar o que não vê, como o Shale Gas. Pasadena coloca a Petrobrás no epicentro do mercado energético americano sem que isto tenha sido cogitado à época da compra. Quanto vale isso?

Discordo que o especialista tenha desmontado a versão do "mau negócio" (afirmação da própria Graça Foster). Ele fez foi uma defesa partidária do governo. Legítima, mas apenas isso.

Ainda que se possa provar a viabilidade deste ativo, e eu acho que sempre será possível em negócios superlativos, o especialista, aos 6 min40seg do vídeo, credita decisões equivocadas a um "escorrego".

Oxalá nossa maior empresa possa se recuperar destas escorregadas...

sds

douglas da mata disse...

Caro amigo das 18:58,

Veja que sua intervenção traz uma interdição insuperável:

Ninguém fará uma defesa ou um ataque não-partidário. Não há considerações feitas no vácuo.

Me revele uma, UMA ÚNICA consideração sobre o caso que não esteja impregnada de algum tipo de partidarismo...

A Petrobrás, apesar de tudo, apresentará lucro este ano, em níveis bem parecidos aos últimos anos recentes.

O negócio de Pasadena (a refinaria) também já começa a apresentar resultados positivos.

Creio que o significado e uso das palavras vão bem mais longe neste caso.

Quando se refere a uma escorregada (é bom não descontextualizar toda a fala, pescando apenas essa frase), o analista tenta não deixar a jornalista tão embasbacada, cedendo-lhe neste termo (escorregada) para explicar que um bom ou mau negócio em se tratando de petróleo podem acontecer a qualquer momento, aliás, não só no petróleo.

Aliás, a escorregada não é a compra, ele menciona a insistência em litigar, feita pela estatal, apesar de já ter seu conflito arbitrado nos EUA, sobre determinadas cláusulas.

Essa "escorregada" que custou mais aos cofres da empresa pela compra.

Não seja desonesto e cite tudo o que ouviu, ou não ouviste tudo direito?

Henry Ford comprou um pedaço da Amazônia, fez uma cidade para produzir borracha e deu com os burros n'água, e nem por isso a Ford foi para o buraco...

Temos tantos outros exemplos de bons e maus negócios, boas e más decisões...

O que parece ter ficado claro, e isso desmonta a grobo, é que não podemos insistir em apresentar uma única causa para o fenômeno só porque conhecemos uma de suas manifestações (efeito), incorrendo em teleologismo canalha (no caso da grobo).

Graça Foster considera mau negócio, porque agora (com o mercado implodido) é um mau negócio...

Na época no qual foi celebrado não houve nenhum, EU REPITO, nenhum "especialista", charlatojornalista ou acionista que levantasse a voz contra a transação, ou houve?

Então, é o negócio do relógio quebrado, marca a hora certa duas vezes no dia, mas está sempre parado no tempo...

Quem fica nesse lenga-lenga de Pasadena é como aquele que diz que advinha a hora duas vezes no dia com o relógio quebrado...