terça-feira, 7 de outubro de 2014

O ovo da serpente...

Eis uma problemática recorrente em minhas conversas...Qual será, ideologicamente falando, o perfil das enormes parcelas da sociedade que foram integradas ao mercado na condição de consumidores?

Poderá este amplo setor acabar se voltando contra o projeto político que lhe deu causa?

É possível...

Na caixa de comentários do post aí embaixo, um leitor destaca esta contradição quando tratamos do caso de SP...Embora eu ache que a problemática SP esteja muito mais vinculada a questões históricas reminiscentes desde 1932, passando pelo projeto nacional de desenvolvimento, que privilegiou SP em detrimento de todos as outras unidades da federação, principalmente o Norte e Nordeste, considero que as questões mais recentes, vinculadas às questões do surgimento de uma "nova classe média, merecem atenção...

Trago o texto do ótimo Wilson Ferreira, do cinegnose.blogspot.com para esta reflexão:

Sociedade de Consumo e o ovo da serpente do PT


Qual o significado de  uma comédia brasileira chamada “O Candidato Honesto” (sobre um candidato à presidência popular, corrupto e mentiroso) ser lançada nos cinemas em plena reta final das eleições? Mais do que senso de oportunismo mercadológico, a produção surfa na onda da aversão popular à Política e o fenômeno da despolitização. A inclusão de grande parte dos brasileiros na sociedade de consumo implementada pelo neodesenvolvimentismo dos governos do PT parece mandar a conta: chocou o ovo da serpente que agora arma o bote. Sem educação política, a sociedade de consumo brasileira produz os efeitos ideológicos do próprio consumismo verificados desde o pós-guerra – ideologia meritocrática, ilusão de mobilidade social por meio do consumo de gadgets e aparatos tecnológicos,  a competitividade e o ressentimento. Combustíveis para o discurso midiático da corrupção que ironicamente só cola no PT.

O cinema tem uma longa tradição de representar os políticos (assim como os jornalistas) como personagens corruptos, que abusam da autoridade e sempre metidos em narrativas conspiratórias de negociações obscuras ou figurados como fantoches de interesses inconfessáveis.

A comédia brasileira O Candidato Honesto, de Roberto Santucci, é o último exemplo desse clichê cinematográfico. Pelo oportunismo de ser lançado em plena reta final da campanha eleitoral, o filme se reveste de significado político inegável – o reforço de um sentimento anti-política alimentado pela oposição ao Governo Federal como arma de impedir a reeleição de Dilma Rouseff.

Leandro Hassum faz um candidato à presidência corrupto e mentiroso, mas com uma popularidade imensa e com ampla vantagem nas pesquisas. Quando tudo parecia perfeito, ele é comunicado que sua avó está à beira da morte e gostaria de vê-lo pela última vez. Como último ato em vida ela joga uma mandinga contra ele, obrigando-o a sempre falar a verdade, seja na política ou na vida pessoal. Livremente baseado no filme O Mentiroso com Jim Carrey, é fácil imaginar as confusões nas quais o protagonista corrupto vai se meter.

O filme "O Candidato Honesto": o reforço 
subliminar ao ódio contra a Política
      Seja pelos seus interesses mercadológicos ou ideológicos, o filme não só surfa na atual onda da anti-política como reforça esse sofisma da generalização apressada de que todo político é corrupto. 

         Acreditamos que o crescimento do conservadorismo e de uma estranha indignação seletiva (um governo com mais de 20 anos no poder no Estado de São Paulo se perpetua, enquanto no PT foram coladas todas as mazelas da política) só pode ser analisado contraposto a esse pano de fundo - a crença despolitizada que as mudanças sociais decorreram muito mais pelo mérito individual do que por uma política de Estado.  

O ovo da serpente


Além desse fenômeno ser a decorrência lógica de uma sucessão de bombas semióticas que vem explodindo na opinião pública, como viemos descrevendo desde as grandes manifestações de junho do ano passado (sobre issoclique aqui e veja nos links abaixo), há algo ainda mais profundo, estrutural: o efeito colateral de uma sociedade de consumo criada pelo modelo neo-desenvolvimentista implementado pelo PT na última década: na verdade, o PT parece ter chocado o ovo da serpente que agora se prepara para lhe dar o bote.
Sociedade de consumo combina
com cidadania e política?

Essa sociedade de consumo baseada no crescimento do poder aquisitivo e crédito, negados para ampla parcela da população no passado, combinado com novas oportunidades de melhoria na capacitação profissional (Pronatec, Enem, FIES etc.) foram positivas. Porém, sem uma educação política, revelaram o efeito mais deletério das sociedades de consumo: o fortalecimento da ideologia meritocrática, a ilusão de ascensão social (o mito da chamada Classe C) por meio do consumo de gadgets tecnológicos de alto valor agregado e o ressentimento, produtos da vida competitiva dos vitoriosos e derrotados na corrida do consumismo.

Assim como o filme O Candidato Honesto, a atual oposição política, como historicamente demonstraram todos os movimentos de direita seja por vias golpistas ou democráticas, irão surfar nesse imaginário criando a política do ressentimento. A despolitização e o discurso da corrupção aderem fácil a esse sentimento difuso de ressentimento, expresso pela onda anti-política.

O neodesenvolvimentismo brasileiro


Como já afirmou o pesquisador Giovanni Alves da UNESP, o PT implementou no Brasil um modelo chamado de neodesenvolvimentismo baseado na inclusão social através do mercado de consumo cujo trabalho surge como precarizado: uma nova geração de trabalhadores cuja noção de cidadania e trabalho passam muito mais pelas ambições por consumo do que valores como classe social, direitos de trabalho ou sindicalização – veja ALVES, Giovanni. “Neodesenvolvimentismo e precarização do trabalho no Brasil” In: Blog da Boitempo.

Ou seja, antes de qualquer radicalismo ou socialismo bolivariano, o PT nada mais fez do que modernizar o capitalismo brasileiro pela normalização das funções de reprodução de força de trabalho e consumo ótimas para o capital com as medidas de inserção social e a manutenção da financeirização.

                 A questão é que a sociedade de consumo (e essa foi desde o início

no pós-guerra a sua função ideológica) cria a ilusão de mobilidade social por meio do consumo e da percepção de que o poder aquisitivo do salário cai ou sobe.

Marx: salário não é riqueza
            Se partirmos da clássica distinção de Karl Marx entre salário e riqueza, podemos perceber a ilusão meritocrática da suposta mobilidade social pelo consumo. Salário não é riqueza, por ser um meio evanescente de troca – se consome na reprodução física e psíquica (no caso das gratificações imaginárias do consumismo) da força de trabalho. O único meio possível de aquisição de patrimônio real seria renunciando a satisfação das suas próprias necessidades por meio da poupança.

Ao contrário, a riqueza provém da renda e ganhos do capital (lucro, juros etc.) que produzem acumulação e concentração, pressupostos do poder.

A zona cinza do conservadorismo


Em postagem anterior, quando discutíamos a noção de “zona cinza do conservadorismo” sobre o porquê da escalada do conservadorismo em São Paulo abordamos a hipótese de uma relação com os “aparatos que o neoliberalismo trouxe para a classe média paulistana” e o conservadorismo. Na sociedade esses gadgets tecnológicos e “aparatos neoliberais”,  (celulares, computadores, TVs de lead, o automóvel, GPS etc.) dão a ilusão de mobilidade social via aumento do poder aquisitivo.

Tais aparatos produziriam um alargamento a esfera privada (por esses gadgets e aparatos serem verdadeiras mídias de consumo individual) resultando no enfraquecimento da consciência pública – sobre isso clique aqui.

Brasil: do ciclo virtuoso ao ciclo vicioso?
           Na medida em que a cidadania é reduzida ao consumo como signo da mobilidade social, a ideologia que vai dar a “liga” para esse imaginário é a meritocracia: a crença de que sua suposta ascensão social foi conseguida graças ao mérito do estudo e melhora da capacitação profissional por caminhos duros e sofridos de renúncia e poupança – a única forma do salário almejar alguma ascensão real, renunciando a necessidades de reprodução da própria força de trabalho alimentação, entretenimento, cultura etc.

Essa percepção dura e competitiva da vida pelo mérito vai ser como o oxigênio que propicia a combustão: a generalização da Política e dos políticos a partir do discurso da corrupção e da mentira vai ser a base da política do ressentimento – políticos seriam pessoas que chegaram lá não pelo mérito, mas pela desonestidade, oportunismo ou por explorar a “ignorância”. Lula, Tiririca entre outros seriam os casos exemplares dessa exploração do ressentimento: políticos sem mérito, sem estudo, que supostamente obtiveram dinheiro e poder pela corrupção, mentira ou ignorância dos eleitores.

Comerciais que passam na TV e Internet como o do Novo Ford Ka (cujo protagonista é um cara que sempre deu duro, ajudou a família empreendedora e foi premiado com o Novo Ford Ka - veja vídeo abaixo), associado ao riso de escárnio contra a política em filmes como O Candidato Honesto se tornam mais poderosos do que qualquer campanha cívica em defesa da Petrobrás.

Novos “intelectuais” orgânicos: coxinhas e “gente que rala”


Comercial do Novo Ford Ka:
carro e meritocracia
         Por isso a sociedade de consumo do neodesenvolvimentismo (a modernização do capitalismo brasileiro sem educação política ou de cidadania) chocou a serpente que agora arma o bote.

Pensando de forma gramsciana, enquanto a sociedade de consumo produziu os seus “intelectuais” orgânicos (periguetes, coxinhas, patricinhas, roberts, funkeiros da ostentação, gente que rala ao som do irritante toque de um Nextel e demais exemplares da fauna humana consumista), o PT ainda conta nas suas hostes o velho discurso dos tempos de confrontação político-ideológica com a ditadura militar e o imperialismo norte-americano. Todos incapazes de pensar essa nova hegemonia, matéria-prima da política do ressentimento da oposição turbinada pelo discurso da corrupção que ironicamente só cola no próprio PT.

O problema é que para essa nova sociedade de consumo da chamada “classe C” que acredita que fez a mobilidade social, slogans sobre os programas sociais, o nosso petróleo, a nossa Nação etc. têm cada vez menos apelo. Se esvaziam simbolicamente.

O que lembra a observação do filósofo político Cornelius Castoriadis que a aplicação da “administração científica” e os métodos de linha de montagem dos EUA na Rússia pós-revolução bolchevique para acelerar o desenvolvimento econômico não foram impunes: as formas “burguesas” de produção somente reproduziram as estruturas verticais de poder nos moldes do combatido capitalismo, contaminando a experiência socialista soviética – veja CASTORIADIS, Cornelius, A Instituição Imaginária da Sociedade, Paz e Terra.

Algo análogo ocorre com o PT: a modernização do capitalismo brasileiro através do consumo produz a serpente que não convive e nem compreende noções de cidadania, programas sociais ou soberania nacional. Os efeitos ideológicos da sociedade de consumo contaminam qualquer projeto de cidadania ou de Nação.


O consumo acelerado sem educação política chocou o ovo da despolitização, do ódio e do ressentimento. Agora basta tudo isso ter uma tradução política.

14 comentários:

Anônimo disse...

Embora parte da esquerda diga que é lenda, me parece que a natureza humana está mais próxima da "ideologia meritocrática" do que deste amor pela humanidade que esta mesma esquerda diz ter.

O mundo não mudou. Ficamos mais viciados em conforto e frouxos. Daqui há mil anos seremos lembrados como uma sociedade viciada em conforto "que se lambe o tempo todo" como diz um professor da USP.

O perfil destes 30 milhões que ascenderam socialmente segundo a propaganda oficial, é extremamente conservador, reacionário até. E discordo do Wilson Ferreira quando ele atribui isto à falta de educação política. É a tal natureza humana que aflora quando as necessidades básicas de Maslow estão satisfeitas.

A cobra vai morder...

douglas da mata disse...

Meu caro, não há uma "natureza humana", nem tampouco uma ideologia meritocrática, pois é impossível conceber um ambiente neutro ou isonômico onde todas as "capacidades" (que são sempre individuais e desiguais) possam competir entre si.

Talvez haja uma natureza competitiva (que é "natural" de todo ser vivo, e não exclusividade nossa), mais associada a uma espécie de antropofagia biológica-darwinista, mas ainda assim, não sou chegado a este tipo de determinismo, embora leia com atenção o que escreve Richard Dawkins.

Não há natureza humana, haja vista que se você for criado entre cachorros vai passar a vida latindo e andando de quatro...

Por isto a importância de educação política, porque aprendemos imitando, como primatas que somos...

Anônimo disse...

O discurso da classe média tem sido basicamente o seguinte: “eu trabalho muito e pago todos os meus impostos. Não ganho tão bem assim, mas como os serviços públicos são deficientes, sou obrigado a pagar escola, plano de saúde e ter um carro, caso contrário, meus filhos não terão um estudo decente, minha família não terá suporte em casos de emergência e eu não terei condições me locomover com rapidez e qualidade nas cidades cada vez mais desorganizadas. Não recebo nenhum benefício do governo, ao contrário dos que não pagam nenhum imposto (Imposto de Renda, IPVA, etc) e não contribuem como eu para o crescimento deste país. O PT está 12 anos no poder e não conseguiu me proporcionar nada do que está estabelecido na CF/88, nem mesmo segurança pública. O PT só atende aos pobres!”. E aí?

Anônimo disse...

Sempre disse que a comunicação do governo e do PT foram falhas.

douglas da mata disse...

É um discurso que já "nasce morto", pois:

01- Quem ganha até 5 salários (não tem carro, e não paga IRPF) compromete mais de 40% de seus ganhos com os impostos embutidos na comida, transporte público, luz, etc.

02- Como a escala tributária brasileira é regressiva (quem ganha mais paga menos) não é preciso ser gênio para entender que o pobre é quem paga mais imposto, e não tem restituição alguma, nem isenções para pagar escola e plano de saúde, restando a ele o serviço público.

03- A proporção de impostos pagos por alguém que ganha entre 5 e 10 salários mínimos é algo entre 15 a 18% de sua renda bruta.

04- Claro que a mídia e os mais ricos insuflam a (falsa) noção de que a classe média paga muito imposto, justamente para que ela pressione para que os mais ricos paguem cada vez menos...

Mas é uma falácia que não resiste aos números, veja o exemplo:

Quem tem um carro de 30 mil reais para (no RJ) a mesma alíquota que alguém que tem um carro de 120 mil, eu pergunto: Quem paga mais imposto?

Agora considere a conta de luz, onde a alíquota de ICMS é igual (25%) seja para quem paga 50, seja para quem paga 5.000 de conta de luz, pergunto de novo, quem paga mais?

Em um país desigual, o luxo e o conforto de poucos é sustentado pela pobreza de muitos...

Este discurso da classe média (não de toda, é verdade) busca manter este sistema de "castas"...

Anônimo disse...

Bem, parece que finalmente o núcleo duro (de cabeça) do PT percebe que nestes 12 anos o único que fizeram foi estimular o capitalismo brasileiro a se consolidar.

Ainda assim, não deixa de ser próprio de canalha e miserável botar a culpa naqueles que saíram da pobreza pelo aumento do voto conservador.

douglas da mata disse...

Bem, em se tratando de canalhice eu vou escutar a opinião de um especialista (você).

Análise não busca culpados(só canalhas enxergam isto), e sim elaborar uma discussão mais ampla.

Evitar que a mobilidade social e econômica signifique um aumento/alteração do perfil conservador da sociedade, que, de fato, já existia em outros patamares.

Não acho que quem antes era mais pobre era menos conservador que hoje, mas reconheço que sua ascensão pelo viés consumerista altera sua capacidade de vocalizar suas demandas.

Bem, cretino, creio que estamos entendidos,e veja: um defeito comum do canalha (como você) é julgar os outros por si mesmo...

Sabia desde o início do que se tratava, mas lhe dei corda e...pronto...se enforcou...


Ao outro idiota:

Bem, meu filho, eu considero tanto as pesquisas quanto a sua opinião, logo...

Anônimo disse...

Bem, idiota, acho que você sabe muito bem como evitar o perfil conservador dos que tem suas capacidades de vocalizar demandas "alteradas": repressão, censura e controle estatal dos meios de produção.

Só os iluminados como você é que sabem o que é realmente bom para esses pobres infelizes encantados com o consumo. Mas na marra todo mundo se corrige.

Eu me enforco, mas você, a cada comentário, se revela a cada dia mais delirante.

Mas não há perigo, você é só uma figura pitoresca e isolada do esquerdismo radical.

Só te leem os que, como eu, nos divertimos com teus acessos de recalque rancoroso.

Abraços!





douglas da mata disse...

Dois ditos populares para definir a situação:

A inveja é uma merda;
Ninguém joga pedras em árvores que não dão frutos.

Veja, há uma diferença entre conservadores e sacripantas.

Aos primeiros, dedico certa tolerância, aos outros, tens razão: porrada, talvez por isto (por medo) se escondam no conforto do anonimato.

Pior que um canalha é um canalha covarde...

Anônimo disse...

Há várias formas de anonimato. Está feito o desafio. Coloque seu colete da civil e pegue um ônibus em direção à periferia do Rio ou até de qualquer cidade grande do País. E isso se acentuou ao máximo nos últimos 12 anos. É a violência, dizem muitos. Mas a violência não é órfã, tem vários pais e mães e uma delas é a corrupção. E nunca na história desse País....

douglas da mata disse...

Idiota, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes vem caindo nestes últimos anos.

Caiu de algo em torno de 54 a cada cem mil para uma média nacional de 21 a cada cem mil, o que ainda é muito alta.

O "desafio" lançado revela várias formas de ignorância:

01- Associa criminalidade com periferia, como se o crime (inclusive o tráfico) não fosse alimentado nas elites que lucram e lavam dinheiro do crime, ou seja, bem mais perigoso que combater pobres nos morros é combater facínoras de colarinho branco. Já estive nos dois campos de batalha e posso dizer que os ricos me assustam bem mais...

02- Eu nunca ouvi dizer que corrupção fosse causa de violência, ao contrário, é por todos sabido que a mediação dos interesses de determinados grupos criminosos junto ao aparato de Estado até pode conferir certa estabilidade e menos conflitos letais.

E esta característica não é exclusividade nossa, foi assim com a Máfia italiana, que diminuiu seus índices de violência a medida que os territórios e interesses foram divididos, ou no jogo do bicho no Brasil, ou em qualquer outra modalidade ilícita organizada.

O que confere ao tráfico uma violência extra é justamente sua instabilidade e sua desorganização. A disputa pelo varejo atomizado.

No crime, imbecil, a corrupção é pacificadora...

Isto não quer dizer que eu defenda a corrupção, mas o fato é que para o enfrentamento do crime haverá muito derramamento de sangue...

O meu desafio para você é bem mais simples, seja homem e assine seus comentários ofensivos...

Anônimo disse...

O anônimo é um gringo masoquista "caído em campos". Adora vir aqui apanhar. Essa é fácil. Próximo.

Anônimo disse...

Foi por isso que você jogou tanta pedra naquela jumenta que dizia verdades que te arrasavam?

Era uma árvore frutífera, hein? No início eu a achava estranha. Mas depois fui percebendo como algo a ser analisado.

douglas da mata disse...

Bem, beócio, eu bem sei que pessoas do seu calibre intelectual não sabem a diferença entre as coisas, fatos e pessoas...

Veja, não me recordo da "jumentinha" ter um blog ou site, e que eu a tivesse visitado (virtualmente) para desafiar suas "ideias".

Ao contrário, apenas a dava espaço (democrático), assim com faço com você, para mostrar como se comportam os idiotas (como você) e depois dar-lhes o tratamento adequado (como faço com você e fiz com ela)...

Digamos então que, publicar suas asneiras (e as dela) atendem a um propósito pedagógico, e claro, lúdico, porque vocês me divertem...

Bom saber que você está se aproximando do tipo de "pensamento" (ou excremento) de gente como a "jumentinha"...bem, quer dizer, isso eu já sabia, mas legal mesmo é ler você admitindo...

E por aqui basta.