sexta-feira, 11 de julho de 2014

Um pouco além das chuteiras...



Ainda que jogasse bem menos que o esperado, em parte pelo esgotamento físico e lesões evidentes, quem se der ao trabalho de olhar o que diz o craque além das obviedades de perguntas e respostas dos "especialistas do futebol", verá que há casos (raros) onde jogadores têm tanto mais a dizer com gestos do que com chutes...

Assistindo ao assassinato (mais um) de Israel contra a Faixa de Gaza, dobro-me em reverência ao gesto do jogador português, logo após um jogo contra o time israelense...

Em tempo, já passam de 100 os mortos palestinos, como noticiou a Rede Al Jazeera...


22 comentários:

Anônimo disse...


Admiro você pessoa esclarecida achar que Israel começou essa briga.
Você não sabe que Israel está na defesa e não na ofensiva?
Você acredita mesmo que o Hamas não está por trás desta ofensiva bruta?

Israel nunca começa.
Pesquise sem preconceito.
Não tivesse Israel aquele "pega bomba" e estaria acabada.

douglas da mata disse...

Bem, meu caro, para você nem a pesquisa dá jeito, mas eu insisto:

- Comecemos pelo fato de que Israel é uma "invenção" da geopolítica aliada (GBR, EUA e França), já que a Palestina (e os palestinos) já existia antes de 14 de maio 1948 (data da criação de Israel).

- Palestinos (e outros povos da região) pagaram o preço pela aposta errada nas forças do eixo como forma de emancipação dos colonizadores ingleses.

- Os métodos do Hamas são idênticos aos usados pelos terroristas judeus na região da Palestina para forçar a criação do estado judeu em 1948;

- Deixando de lado esta questão histórica, passemos aos resultados e números atuais, do que você chama de "ataque defensivo" (mais ou menos como o idiota do bush justificava sua geopolítica da "guerra ao terror"): já são 103 mortos do lado Palestino e apenas 4 do lado judeu.

Em anos de conflito, os mortos palestinos contam-se aos milhares, e os israelenses, poucas centenas...

Ironia disto tudo é que o argumento israelense é o mesmo utilizado pelos nazistas quando caçavam os militantes (e judeus) da resistência durante a ocupação da França, por exemplo.

Na época, houve vários massacres promovidos por oficiais nazistas em retaliação a ataques da resistência, na proporção de 10 civis para cada ou 100 para cada soldado alemão morto...

A existência de Israel, e a cumplicidade ocidental com suas atrocidades nada têm a ver com direito a defesa, mas sim a imperiosa necessidade dos EUA em mantê-los como cabeça-de-ponte na região, do mesmo modo hipócrita que oscilam entre o amor e ódio com o Talebã/Al Qaeda, combatidos no Iraque, Afeganistão, mas aliados na Síria.

Vá estudar um pouco, meu filho...Se você souber ler em inglês, indico o site da Al Jazeera, ou as matérias do Robert Fisk, do The Independent.

Se não conseguir, use o tradutor do Google, que mesmo ruim é melhor que o lixo que você anda lendo.

Anônimo disse...


Abraão é a origem disso.Deus escolheu Abraão para formar a nação de Israel (Gn 12. 1-3). Mas Abraão tinha uma mulher esteril que não lhe dava filhos e ela para agradar-lhe disse que ele tivesse relação sexual com sua escrava Agar e, dela Abraão teve a Ismael que é o pai dos Ismaelitas (Arabes). Anos mais tarde por um milagre de Deus Sara, mulher légitima de Abraão ficou grávida e teve a Isaque e este foi o Pai dos Israelitas, a partir de Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão. A história toda está no Livro do Genesis a partir do Capítulo 12 até ao 50...
Não houve briga entre os dois irmãos e que Ismael casou-se com uma egípcia. os filhos dele também formaram doze tribos.

Árabes e judeus são “primos”.
Os dois povos são descendentes carnais ou são “filhos” de Abraão, por meio de mães diferentes (Ismael, filho da escrava Agar (Gênesis 16:1-16), gerou os árabes ou ismaelitas e Isaque, filho de Sara (Gênesis 21:1-21), gerou Jacó, que mais tarde teve o nome mudado para Israel, cujos doze filhos (Gênesis 35:16-29) fundaram a nação dos judeus ou dos israelitas).

No tempo de Jesus, aquela região era conhecida como Síria-palestina.
Depois, na segunda REVOLTA judaica, nos anos 130, os romanos DESPEJARAM os judeus de lá, expulsando-os (Mateus 21:41-43) e passaram a chamar aquelas terras somente de PALESTINA (termo que vem de Filístia, que quer dizer “terra dos filisteus”.

Como os romanos NÃO queriam mais os judeus por lá, quiseram APAGAR a memória deles, chamando aquelas terras, que lhes pertenceram, de “Palestina” ou de “terra dos filisteus”, pois os filisteus sempre foram inimigos dos judeus e eram até mais antigos por lá.
Desde os anos 130 d.C. os árabes viviam por lá, em maioria, até fins dos anos 1800, quando começou a migração dos judeus para lá. Judeus de várias partes do mundo iam para lá.
Os PALESTINOS de hoje, são aqueles árabes que viviam por lá, depois que os judeus foram expulsos pelos romanos.

Aquela região estava dominada pelos TURCOS, ou pelo Império Otomano.
Quando houve a Primeira Guerra Mundial, em 1914, os ingleses tomaram aquelas terras dos turcos e a administraram, até que, em 1948, os judeus fundaram o NOVO estado de Israel, por determinação da ONU (Organização das Nações Unidas).

MAS... a ONU disse que deveriam existir DOIS Estados por lá:
Um Estado judeu e um Estado palestino (ou árabe).
No entanto, isso não foi cumprido, até hoje.
Em 1967, na “Guerra dos seis dias”, os judeus TOMARAM Jerusalém e as “colinas de Golã” e não as devolveram mais.
Os árabes acham que devem ter parte em Jerusalém, como tinham antes de 1967, e os judeus acham que não, pois consideram aquela cidade como a sua CAPITAL e não querem mais abrir mão dela.

Digno de nota, é que a Bíblia diz, em Tessalonicenses 5:1-3, que quando Deus fizer a sua intervenção na humanidade, um pouquinho ANTES os homens teriam afirmado que, dali para a frente, haveria “paz e segurança”.
Portanto, PARECE que a humanidade toda estaria se sentindo mais segura, no tocante às guerras, vivendo em uma relativa PAZ, ou seja, teriam uma “impressão de “paz”.

Isso talvez indique que “judeus e palestinos” ainda alcancem a paz, pois o mundo só poderá afirmar que “Há PAZ e segurança”, quando os judeus e palestinos estiverem mesmo em paz. Somente depois disso é que o mundo respiraria, ALIVIADO.
Enquanto judeus e palestinos estiverem BRIGANDO, talvez o mundo não possa afirmar que “Há paz e segurança” (1 Tessalonicenses 5:1-3).

douglas da mata disse...

Bem, meu caro, se tua "pesquisa" se resume a lendas religiosas, ficamos por aqui...

Tenha dó! Só publiquei para respeitar seu direito de dizer asneiras...

Anônimo disse...

Puxa vida Douglas.
Por que você é tão difícil de diálogo... de debate?
Ora, questão Israel /Palestina /mundo é totalmente uma questão religiosa.
Você é inteligente e sabe disso. A questão religiosa está aí definindo até a política.
E como define.
Dizer que o que está ai é lenda e asneira é algo bem de alguém que precisa e muito tirar a viseira um pouquinho.
Te considero Doulglas, mas você tem tanto ódio de Deus que todo cunho religioso te dá coceira.
Mas ou estou enganado ou você já andou por cá celebrando o São Jorge...
Já aguardo seus arroubos...

Posta.

Quero poder continuar visitando seu blog.
Ou me expulse de vez.
Ainda bem que sou da ala Petista de uma presidenta educada.

Anônimo disse...


Querido Douglas

Sou sua conhecida. Já tomamos algumas antes.
Sou jornalista.
Sou briguenta.
Mas encontrei algo que não se pode jogar fora.
Veja isto. Poste.

Muito contundente e nada de lenda.

https://www.youtube.com/watch?v=5uVClOoC530

Anônimo disse...


Douglas conversando com uma amiga, chegamos a conclusão de que você precisa se informar também daquilo que não aceita, ou não gosta.
Aí vai um vídeo.
Não seja teimoso.
Veja:

https://www.youtube.com/watch?v=5uVClOoC530

Anônimo disse...

Ele não troca camisa com assassinos, mas vai até o país deles e joga um amistoso...

Toda pinta de ser uma notícia vinda do realismo mágico dos esquerdistas.

douglas da mata disse...

Meu filho(a):

Vamos explicar bem devagarinho.

Entender que o discurso religioso (questão religiosa, para você) é significativa para legitimação discursiva de ocupação geopolíticas é uma coisa.

Para tanto basta olhar a História.

No entanto, acreditar que é uma lenda religiosa (Abrãao, David, e outras asneiras) que vai explicar ou determinar os princípios de Direito Internacional que definirão as fronteiras desta ou daquela região, me desculpe, é estultice.

O que está por trás da criação de Israel é a geopolítica:

01- Primeiro a geopolítica da culpa e da chantagem: culpa dos aliados que sabiam dos campos nazistas desde o início de deixaram para "agir" só quando 6 milhões de judeus já haviam virado cinzas, e geopolítica da chantagem , quando os judeus sobreviventes passaram a manipular a culpa aliada para impor seus interesses na Palestina;

02- Depois vem a geopolítica em si e a questão econômica: Os aliados precisavam de um aliado, ou nas palavras deles, um fator de equilíbrio para manter sob domínio as reservas de petróleo da região;

03- E por último, a questão da região, onde Israel domina as terras e fontes de água, mantendo-se desenvolvida à custa da pobreza dos demais.

Junte tudo isto, e cite algumas passagens da Bíblia ou do Torah e pronto, temos idiotas se explodindo por uma justificativa mística qualquer...

É isto, só isto...Não tem nada a ver com desígnio divino, porque deus só existe na cabeça de quem acredita, que não é o meu caso...

Anônimo disse...

Então tá.
Te enviei um vídeo e você não trouxe aqui.
Vou colocar de novo, afinal os relativistas somos nós os esquerdistas, não?
Se somos relativistas não nos incomodamos muito com todas as ideias.
Logo, descartar ideias não é nada "bonito" nos relativistas.
Vou trazer de novo.
Ou vc tem medo de mostrar o lado político desta guerra?

https://www.youtube.com/watch?v=5uVClOoC530

Anônimo disse...

Então tá.
Te enviei um vídeo e você não trouxe aqui.
Vou colocar de novo, afinal os relativistas somos nós os esquerdistas, não?
Se somos relativistas não nos incomodamos muito com todas as ideias.
Logo, descartar ideias não é nada "bonito" nos relativistas.
Vou trazer de novo.
Ou vc tem medo de mostrar o lado político desta guerra?

https://www.youtube.com/watch?v=5uVClOoC530

Anônimo disse...

Então tá.
Te enviei um vídeo e você não trouxe aqui.
Vou colocar de novo, afinal os relativistas somos nós os esquerdistas, não?
Se somos relativistas não nos incomodamos muito com todas as ideias.
Logo, descartar ideias não é nada "bonito" nos relativistas.
Vou trazer de novo.
Ou vc tem medo de mostrar o lado político desta guerra?

https://www.youtube.com/watch?v=5uVClOoC530

Anônimo disse...

E pelo visto você aproveitou o vídeo para trazer um tantinho sua "ideia".
Mas não trouxe o vídeo.
Traga o vídeo e sua ideia.

douglas da mata disse...

Em relação ao vídeo sobre a questão Palestina:

É o vídeo mais cretino que já vi...Consegui ir até o 1º minuto, onde o "jênio" diz-nos que Israel tomou a Cisjordânia de ninguém, não havia nada lá (nenhuma nação) e foi um ato de autodefesa...

Sinto muito, não preciso comer cocô para saber que é ruim, basta o cheiro, assim como este vídeo escroto...

Seguindo este primor de raciocínio, então Hitler tinha razão de dizimar judeus, afinal, eles não eram uma nação, não eram um povo, não tinham fronteiras, apenas indesejáveis...

Só me resta dizer a vocês: vão dar o c* ao capeta, rsrsr...

Vão ser burros assim lá na Faixa de Gaza...

Cara amiga, eu acho que você continua bebendo demais...

douglas da mata disse...

PS: quanto a celebração de São Jorge, vai aí um recado:

Admirar a "estética" religiosa não significa acreditar em deus e as tolices ditas por quem acredita.

Gostar de ouvir canto gregoriano não implica em aceitar o que se canta ali.

Admirar a estética barroca de Ouro Preto não significa entrar na igreja para comer hóstia.

Interessar-se pelo aspecto sócio-cultural das festas populares, como São Jorge não é confissão de fé...

Ouvir Mendelssohn não quer dizer que vá cair de joelhos aos prantos...

Só há contradição na cabeça dos fanáticos como você, minha filha.

É possível admirar o legado das religiões ao pensamento humano, como a obra de São Thomaz de Aquino, sem sair por aí "pregando" asneiras ou imaginando que um ser onipotente, onisciente e onipresente vá guiar a sua vida.

Vá catequizar quem deseja ouvir estas tolices, por favor.

Se não quiser ler mais o blog, azar...

Caso quisesse escrever para "agradar" tinha tentado emprego no PIG.

Anônimo disse...


Não valeu.
Não trouxe o vídeo.

douglas da mata disse...

Quem quiser acessar o lixo de vídeo, copie e cole o endereço, está aí em cima, às 23 e 46.

O blog é um espaço privado, portanto, aqui eu divulgo o que eu quero.

Logo, assim como não posto cenas de racismo, de intolerância de gênero, dentre outras que julgo não adequadas, não publico propaganda sionista.

Quem desejar este nível de "pluralismo" vá ao sites e blogs associados ao PIG.

Repito: Aqui não tem massagem, não tem "carinho com o leitor", logo, não escrevo e nem publico nada para agradar ninguém

Mesmo que corra o risco de falar às paredes, acredito piamente no ditado que diz: "antes só que mal acompanhado".

Portanto, insatisfeitos, a porta é nossa serventia...

douglas da mata disse...

Corrigindo a informação, o endereço está no comentário das 23:06 e 23:08 de 11/07.

Em tempo, o relativismo absoluto é a pior forma de autoritarismo.

Duvidar de tudo não implica em aceitar que haja busca de verdades que devem ser consideradas até que novas verdades sejam apresentadas.

Mas não basta dizer não concordo. Tem que dizer o porquê. E colocar outra verdade no lugar.

E a verdade da questão palestina é:

Um estado judeu assassinando um monte de gente (mulheres e crianças em maior número) sob a justificativa cretina de que o faz para manutenção de sua segurança. A segurança de um Estado que sequer deveria existir.

Os números provam: para cada judeu morto, há 100, 200 palestinos mortos nos anos de conflito.

Só um canalha chamaria isto de autodefesa.

Anônimo disse...

Douglas, O mundo ocidental e sua mídia só mostra o lado palestino justamente por causa da hostilidade com os judeus. Há um ódio gratuito aos judeus.
Os judeus não querem matar as civis.
O Hamas coloca as crianças e os civis na frente para morrerem. Eles não tem escrúpulos. Não ligam de serem bombas. Querem incutir na cabeça das crianças que devem ser homens bombas.

Os judeus não querem isso. Creia.

O Hamas fazem de tudo para provar para o mundo que os judeus são a pior espécie.

Mas a coisa não é bem assim.
Quem odeia os judeus vão dar as mãos a todos os que odeiam os judeus.´

Essa é a verdade.

Mas se só lemos notícias de anti judeus, queremos o quê?

A mídia não vai mostrar a verdade.
A ONU está mais para palestinos que para judeus.

douglas da mata disse...

Primeiro erro de seu comentário: Não há ódio contra o judeus ou o judaísmo neste blog, e sim a materialização do sionismo judeu como instrumento de opressão, crítica que também se estende a outras espécies de fanatismo, sejam do Islã ou cristãs.

A questão é simples, esta disputa tem lados, e o lado mais fraco (o que mais morre, o que mais é violado e o que foi invadido) é palestino.

Israel, como eu já disse é uma invenção geopolítica estadunidense, associada com o complexo de culpa mundial pelo massacre judeu (haja vista que nenhuma nação se mexeu antes do fim da II Guerra para evitar o Holocausto), e por fim, espertamente manipulada pela propaganda sionista, que ao contrário do que você diz controla boa parte da máquina ideológica do mundo inteiro, principalmente nos EUA, desde estúdios de cinema até jornais, etc.

Sua colocação sobre a ONU é desastrosa: Ao contrário, a ONU quase nunca consegue sequer censurar o genocídio provocado por Israel, dado o poder de veto dos EUA e aliados.

O Irã, por exemplo, sofre sanções por suspeita de ter algo que Israel tem há tempos: arsenal nuclear, sob a vista grossa da Onu e da AIEE (Agência Internacional de Controle de Armas Nucleares).

Por aí você não vai conseguir, precisa melhorar um bocado os argumentos...

Anônimo disse...

Nenhum país do Mundo cujos inimigos atacam diariamente sua população faz o que o Estado de Israel está fazendo em prol dos palestinos de Gaza.
Quando os russos entraram na Geogia eles simplesmente exterminaram sem aviso prévio tudo o que viam pela frente.
Nesta manhã a IDF espalhou panfletos e SMS para todos os moradores do norte da Faixa de Gaza avisando que deveriam deixar algumas quadras ao norte da região e se dirigirem rumo ao sul e ao oeste, isto afim de poupar vidas.
Ao mesmo tempo em que os gazenses se dirigem para a região sul, Israel está permitindo que 850 palestinos da faixa de Gaza que têm passaporte estrangeiro possam abandonar livremente a Faixa de Gaza e cruzar o território de Israel rumo à Jordânia. Isto seria como se antes da Rússia atacar a Georgia e a Ucrânia, eles permitissem aos georgianos ou ucranianos fugirem por dentro da Rússia para a Europa ou para a Turquia.
A imprensa internacional que critica o Estado de Israel é desprovida de lógica, de senso mínimo de responsabilidade e alimentada pela esquerda liberal tendenciosa que é financiada pelos donos do petróleo, os árabes é claro.

douglas da mata disse...

Nossa estou "encantado" com a "bondade" do governo israelense...

Depois, comparar o conflito na Georgia com o da Palestina é de doer, só tolos fazem este tipo de comparações.

E mesmo assim, fica a dica: este blog não oferecerá abrigo para violações dos direitos humanos, sejam eles patrocinados por russos, brasileiros, ou por sionistas, mas isto não nos impedirá de afastar a hipocrisia que instrumentaliza a questão dos direitos humanos, onde alguns SEMPRE são mais humanos que outros.