sexta-feira, 11 de julho de 2014

Claustro.

Às tantas horas, de um dia qualquer, em uma tarde de estação indefinida, ele viu-se sentado a beira de si. E ali de onde estava, pode ver um cômodo cheio de portas, mas sem nenhuma janela, que mais parecia uma tela de Salvador Dali.

Assim, ele só podia entrar e sair naquele recinto, mas uma vez lá dentro, nunca poderia contemplar a paisagem.

Trancou-se (dentro de si) e engoliu (todas) as chaves.



4 comentários:

Anônimo disse...

Amigo, procure um psiquiatra

Você tem jeito.
Ainda dá tempo.
.

douglas da mata disse...

Bem, quem será mais louco?

Quem escreve, ou quem lê, comenta e se põe a ditar "diagnósticos"?

Mundo louco este, não?

douglas da mata disse...

PS: acho que seu tempo já passou....xiiii

Anônimo disse...


Amigo, comentário meu vc não terá mais.

voilá.