domingo, 6 de outubro de 2013

Esperando marina...

14 comentários:

Anônimo disse...

O nome disso é eleição presidencial. Todos pra ganhar de Dilma e Lula. Lula perdeu duas eleições, até fazer alianças com Deus e com o Diabo...e ganhou. Sarney virou santo, Collor virou santo, e tantos outros que lhe convinham. Mais nada além disso.

douglas da mata disse...

Meu filho, quanta pobreza de argumentos...Eu tenho certeza que você pode fazer melhor...vamos ajudar:

Há um cacoete normal em gente como você em nivelar e igualar todos os fenômenos.

Pretende impor a noção rasa de que é tudo a mesma coisa...não é:

Lula e o PT não fizeram alianças multi-cromáticas com este arco imenso que você depõe. Muito menos alianças que confrontassem o tratado político que apresentou seu projeto, A Carta aos Brasileiros, que já sinalizava uma flexibilização da ação do PT, até então, considerado amedrontador e extremista...

O máximo que chegamos foi colocar o Zé Alencar de vice, o que em se tratando de PT não foi pouca coisa.

O restante da base de sustentação da campanha saiu dos partidos aliados tradicionais: PSB, PC do B, etc...

Já na tarefa de governar, o PT, por óbvio, teve que buscar a maioria que lhe daria sustentabilidade.

Não é o cado da dupla edurina, e vejamos os problemas (diferenças) de marina, e do coroné-playboy:

01- São resultado imediato das forças que dizem querer combater (ao contrário de Lula e o psdb), dando a noção (correta) de que cederam a tentação de destruir "por dentro" os avanços conquistados, veiculando a fala dos conservadores.

02- Reivindicam um discurso moralista, higienista e anti-política, mas se unem ao que há de mais retrógrado na política, inclusive ao tema que é mais caro a joana d'arc da floresta, que é a pauta ambientalista...

Em tempo: eu não li, nem ouvi nenhum petista (ou o próprio Lula) dizer que sarney e collor eram "santos"...até porque, não procuramos isto na política, ou procuramos?

No mais, o que legitima as alianças é o fim a que se destinam:

O Stálin que se alia a Hitler é um...o que se alia a Inglaterra, França e EEUU é outro, mesmo que se trate do mesmo personagem...

Anônimo disse...

Obstinação presidencial de Campos pode fraturar gravemente o PSB

A executiva nacional do PSB deliberou no final da semana passada por entregar os cargos que o partido detinha no primeiro escalão do governo Dilma, quais sejam o Ministério da Integração Nacional e a Secretaria dos Portos (que detém status de ministério).


A inesperada decisão dos “socialistas” partiu da obstinação pessoal do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em lançar a todo custo sua candidatura ao Planalto em 2014.

Mesmo contrariando a maioria do PSB, que prefere seguir com o apoio a uma tranquila reeleição da presidenta Dilma, Campos impôs sua vontade ao partido baseando-se no controle que tem da maioria dos diretórios estaduais e da executiva nacional.

Mas a “jogada” de mídia do governador pernambucano, que sem dúvida alguma “iluminou” temporariamente sua obscura postulação, sequer será efetivada plenamente, pois o PSB continuará ocupando cargos estratégicos no segundo escalão do governo como as presidências da CHESF e CODEVASF. Também o Secretário dos Portos, Leônidas Cristino provavelmente não deixará o governo, seguindo o caminho dos “padrinhos” da oligarquia Ferreira Gomes que deverão deixar o PSB.

Já o ministro Fernando Bezerra só aceitou pedir demissão da pasta da Integração Nacional mediante a promessa de Campos de que ele seria o candidato do PSB ao governo de Pernambuco, decisão que está levando a um “racha” na cúpula do partido no estado.

Por outro lado os governadores “socialistas” do Piauí e Espírito Santo declararam que terão muita dificuldade em “trabalhar” o nome de Campos em oposição à candidata do PT à presidência da república. Campos já interveio no diretório regional do Rio, destituindo o prefeito de Duque de Caxias (favorável a Dilma), também está consciente que não contará com o apoio do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda comprometido até a medula com o Tucano Aécio Neves.

Como já alertou o secretário geral do PSB, Roberto Amaral, a vaidade política do neto de Miguel Arraes pode levar a destruição do PSB histórico ou mesmo sua vinculação com a direita mais recalcitrante do país, mas isto parece não preocupar o “jovem” Campos.

Pelo contrário o atual rumo político do PSB é de distanciamento da Frente Popular, que integrou desde a gênese em 1989 ao lado do PCdoB, a prova “material” deste fenômeno de direitização dos “socialistas” foi a recente filiação da asquerosa oligarquia Bornhausen ao partido.

Anônimo disse...

O “preço” da vitória de Marina Silva para a família Setúbal

A dívida com o Fisco de cerca de um bilhão de Reais das “organizações” mafiosas Globo parece uma bagatela diante do que está sendo cobrado ao banco ITAÚ: R$18,7 bilhões.

O volumoso montante que a Receita Federal espera receber da família Setúbal diz respeito a impostos não pagos referentes ao processo de fusão entre o UNIBANCO e o ITAÚ finalizado em 2008, resultando na formação do maior conglomerado financeiro da América Latina.

Mas a direção do ITAÚ parece tranquila e em um comunicado oficial já avisou que não irá provisionar os recursos (o que obrigaria o banco a se desfazer de ativos), “acreditando" que a Receita se equivocou em seus cálculos.

Ainda mesmo com o processo “estacionado” na primeira instância da Receita, as ações do ITAÚ na BOVESPA já começaram a despencar, enquanto o presidente Roberto Setúbal afirmou que as chances de seu banco pagar a multa aplicada são “próximas de zero”.

Mas será que a suposta “certeza” da impunidade fiscal dos Setúbal atende pelo nome de “Marina presidente”?

Anônimo disse...

Em 2008 o ITAÚ esperava receber do governo um “bônus” financeiro (via BNDES) pelo processo de fusão com o UNIBANCO, como um reconhecimento pela redução do “risco sistêmico” do segmento bancário, o “bônus” não veio e a Receita Federal não “engoliu” a manobra tributária da fusão para economizar impostos.

Anônimo disse...

A mitificação em torno da figura de Marina Silva vem sendo construída pela mídia burguesa ao longo de sua passagem pelo PT, primeiro foi falsamente apresentada como a “herdeira” de Chico Mendes, depois ao assumir o Ministério do Meio Ambiente estabeleceu vínculos com as ONGs norte-americanas diretamente interessadas no controle de nossas reservas naturais.

Ao sair do PT Marina sinalizou ao imperialismo que já estava preparada para iniciar a construção de uma nova alternativa de poder no país, sob o manto da defesa da ecologia e de um crescimento capitalista “sustentável”.

Quando se lançou à presidência da República em 2010 pelo PV, muitos analistas políticos de esquerda afirmaram que se tratava de uma mera jogada eleitoral dos Tucanos para subtrair votos do PT, mas na verdade tirou votos de Serra e quase foi para a disputa do segundo turno com Dilma.

Marina é a gestação de polo neoliberal ainda mais alinhado com o imperialismo ianque do que os privatistas do PSDB.


Ao romper com o PV que lhe deu abrigo em 2010, Marina pensou “grande” ao demonstrar que seu projeto político deveria ser “puro” e homogêneo, livre das influências oligárquicas regionais voltadas a um fisiologismo que não agrada aos grandes investidores internacionais.

O lançamento do REDE, seu novo partido, contou desde o início com forte apoio financeiro dos banqueiros, em particular com a família Setúbal dona do ITAÚ.

Rapidamente Marina galvanizou para o REDE recursos da burguesia bem mais “consistentes” do que reuniu em 2010, quando teve o apoio da empresa NATURA através do seu vice Guilherme Leal, agora tem à sua disposição o jato particular mais moderno do pais, custando para a “humilde” ex-seringueira a bagatela de 60 milhões de Reais.

O REDE já montou sua equipe econômica com “notáveis” ex-tucanos como André Lara Resende e Giannetti, operadores da privataria no governo FHC e defensores da abertura total de mercado aos EUA.

Marina agora defende a autonomia do BC e o corte de verbas sociais para o pagamento dos juros da dívida interna (aumento do superávit primário), além do desmonte da PETROBRAS para beneficiar as transnacionais de energia e gás do “Tio Sam”, qualquer semelhança com o programa da Casa Branca para o Brasil não é uma mera coincidência...

Anônimo disse...

De mãos dadas rumo ao abismo político: Marina “adensa” o náufrago Eduardo em um brusco movimento de desespero e oportunismo

Marina Silva acaba de assinar não só a ficha de filiação ao PSB mas a sua própria sentença de suicídio político.

Ao ingressar no PSB para “adensar” (segundo suas próprias palavras) a agonizante candidatura ao Planalto do governador Eduardo Campos, Marina “desconstrói” por completo sua imagem de “ética e eco-sustentabilidade”, lançando sua “REDE” no esgoto comum das oligarquias burguesas mais corruptas deste país.

Marina afirmou exaustivamente que sua opção pelo PSB teve base “programática e não pragmática”, e que não “ingressaria em um partido de aluguel”.

Mas as frases feitas (completamente vazias) de Marina não se sustentam à luz de qualquer análise minimamente séria da realidade, o governo do estado de Pernambuco se notabilizou pelo total desrespeito aos procedimentos elementares de defesa da natureza e dos ecossistemas naturais da região, o complexo do Porto de Suape (administrado como um “símbolo de desenvolvimento” por Campos) representa uma agressão frontal à fauna marítima da costa pernambucana (o aumento de ataques de tubarões na praia de Boa Viagem comprova isto) e um péssimo exemplo de poluição industrial de seu entorno urbano, para não mencionar a fracassada tentativa de instalar a refinaria de Abreu Lima.

Quanto a não entrar em partidos de “aluguel”, seria melhor Marina ter ficado calada, ou por acaso não sabe que o PSB, ao estilo do seu antigo PV, é um partido comandado em cada estado por oligarquias reacionárias e políticos corruptos.

Será mesmo que a econeolibral desconhecia a entrada dos Bornhausen e a saída dos Ferreira Gomes no PSB, configurando-se no velho “troca-troca” político da elite decadente brasileira.

Por acaso Marina não foi informada que o PSB mineiro e paulista é uma agência eleitoral do Tucanato e sequer apoiarão Campos em 2014, ou que os “socialistas” da Bahia e Espírito Santo já declararam que seguirão com a reeleição de Dilma, se tudo isto não configura um partido de aluguel seria melhor então certificar a “pureza” do PPS. Mas parece mesmo que o receio de estabelecer um acordo (político e financeiro) com o arquipilantra Roberto Freire (marionete do Tucano Serra) fez com que Marina agisse em desespero, batendo na porta de uma candidatura previamente naufragada que sequer consegue unificar o seu próprio partido.

Agora o projeto do REDE está ameaçado politicamente e não simplesmente pela ausência de um registro eleitoral, caso Marina afunde junto com Eduardo e não consigam chegar ao segundo turno em 2014.

Ao afunilar o processo eleitoral em apenas duas candidaturas de oposição, a dupla conservadora Eduardo e Aécio, será muito difícil reverter a tendência de uma vitória esmagadora do PT já no primeiro turno.

Existe ainda a possibilidade distante, que mesmo assim não pode ser descartada, de Marina encabeçar a chapa do PSB gerando assim um cenário mais favorável de chance a oposição.

Mas é bom lembrar que o PSB, com Campos ou Marina na cabeça da chapa, não terá um frondoso arco de alianças em sua coligação, praticamente os “socialistas” estarão solitários no primeiro turno, ao contrário do PSDB que já conta com o apoio do DEM, PPS e possivelmente do PP, PRB além do novato Solidariedade da “Farsa Sindical”.

O PSOL e o PSTU que sonhavam com uma coligação formal com o REDE (para potenciar a eleição de uma forte bancada parlamentar) ficarão impedidos de apoiar Marina no interior do partido do neto de Arraes, reduzindo desta forma a praticamente zero o entorno de potencialidades de alianças políticas do PSB.

Para se coligar com o PSB sobrarão apenas algumas poucas legendas de aluguel por temporada, o Planalto já tratou de comprar a maioria delas, as mesmas que Marina diz detestar.

Como podemos facilmente aferir, Marina somada a Campos (ou vice-versa) não é sinal de igual a um segundo turno garantido...

Anônimo disse...

O maior erro de avaliação política de Marina foi pensar que com seu movimento em direção ao PSB poderia transferir automaticamente seus votos para uma chapa encabeçada por Campos.

Um crasso engano estratégico, típico de um caudilho que não consulta absolutamente ninguém em suas decisões.

Marina foi alertada por assessores mais experientes, como o ex-dirigente do PRC Pedro Ivo, que sua desastrada conduta a levaria a abrir mão definitivamente do projeto de ser presidenta da República.

Apesar de afirmar para incautos que no REDE não existem “lideranças carismáticas”, e que cada militante “é o ator principal”, Marina agiu como uma dirigente despótica ignorando os “quadros” de seu partido, cooptados a peso de ouro no interior do PT.

Segundo o próprio Pedro Ivo, que estranhamente passou do Leninismo do PRC ao messianismo evangélico da Igreja Assembleia de Deus, Marina foi motivada pelo sentimento de vingança contra o PT, sendo que misturar decisões políticas com ódio pessoal é sempre desastroso para um partido, especialmente para um que reivindica a “harmonia universal”.

A maior parte do eleitorado de Marina não seguirá com Campos, mesmo tendo um membro do REDE em sua chapa, pelo simples fato do PSB ser uma agremiação política que não tem a menor identidade com o discurso da “eco-sustentabilidade”, muito pelo contrário os governos estaduais “socialistas” sofrem as mais severas críticas do movimento ambientalista e de seus ativistas sociais, em função de suas “agendas” de um crescimento “sujo” e agressivo à natureza.

Anônimo disse...

Parece mesmo que a única pessoa que Marina ouviu ao tomar sua inesperada decisão foi Neca Setúbal, dona do banco ITAÚ, que lhe encorajou a empunhar a “ortodoxa” bandeira do antipetismo.

Incorporando uma verborragia da extrema direita, Marina quer “enterrar a velha república” na companhia de “novíssimos” personagens da burguesia como Miro Teixeira, Pedro Simon, Walter Feldman, Heráclito Fortes etc...

Proclamando o combate central “ao Chavismo”, Marina assume a posição reacionária de apologia às intervenções do imperialismo na América Latina, roubando assim do Tucanto o posto de representante oficial da Casa Branca em nosso país.

Muito se enganam aqueles que afirmam, como o PIG, que a dobradinha Campos/Marina será capaz de superar a “velha” polarização entre esquerda e direita nas eleições, o PSB “turbinado” com o fundamentalista REDE já demonstrou que assumirá a vanguarda da reação política no Brasil.

Colocando no centro do palco os preconceitos mais arcaicos das oligarquias obscurantistas perfiladas no seio da oposição a Frente Popular.

Anônimo disse...

Com Marina “impugnada” a reeleição de Dilma será um “passeio”, oposições de “esquerda” e “direita” perdem sua “bússola” em 2014

Anônimo disse...

Eduardo Campos compreendeu que “serviu” de elevador para Dona Marina.

O cenário da sucessão de 2014 não sofreu mudança total, como disseram jornalões e comentaristas de televisão. Continua rigorosamente o mesmo, os personagens também, não surgiu nada de novo.

Só que agora aumentou em todos esses personagens a expectativa pelas pesquisas. Datafolha e Ibope já aceleram os trabalhos para apresentarem, mais rápido possível, a percentagem de votos dos candidatos supostos, presumíveis ou previsíveis. Quem subiu, desceu ou estacou.

Partidos e personagens, e seus respectivos mensaleiros (perdão, marqueteiros), terão pelo menos um farol para iluminar seus caminhos. E justificarem os milhões que recebem, no Brasil e no exterior.

Em 48 horas, Eduardo Campos, que no sábado era exultante, esfuziante, triunfante, ontem, segunda-feira, no mínimo se mostrava triste e reticente.

Precisou no mínimo desse tempo para compreender e constatar: o grande derrotado foi ele. Dona Marina surripiou sua candidatura, a céu aberto, com a complacência e o entusiasmo dele.

Anônimo disse...

Eduardo Campos compreendeu que “serviu” de elevador para Dona Marina.

Em 48 horas, Eduardo Campos, que no sábado era exultante, esfuziante, triunfante, ontem, segunda-feira, no mínimo se mostrava triste e reticente.

O governador de Pernambuco, que não dormiu de sábado para domingo, embalado pelo clima de vitória, continuou sem dormir no domingo para segunda, anestesiado pela realidade: como pode ser cabeça de chave do Socialista, se está distante e bem abaixo da percentagem eleitoral dela?

Nem o Tribunal Eleitoral registrará sua candidatura. Desconfiará de alguma ilegalidade.

Como segundo nas pesquisas, poderá ser o primeiro na eleição?

E como ficarão os analistas que chamaram a filiação de Dona Marina de “golpe de mestre” do governador?

Se isso existiu, foi dela.

Anônimo disse...

O CENÁRIO NÃO MUDOU.
A INTRANQUILIDADE, SIM

Todos, nos mais diversos partidos, agora terão que se movimentar, construir alianças, não importa quem com quem.

O único que está impossibilitado: Eduardo Campos.

Seu partido tem dois candidatos, por enquanto, ele está com poucas chances. Tem que procurar votos, avalanche de votos, sem “ciscar” fora do PSB.

Anônimo disse...

Daqueles 20 milhões de votos, vamos ver quantos sobrarão depois do "golpe de mestre" da dona Marina, ao se juntar com o Dudú Campos, que está de braços dados com Bornhausen, Heráclito, Caiado e outros significativos "socialistas".Vai ter que explicar muito essa sua recomposição inexplicável. Pelo menos, para o bem do Brasil e do povo brasileiro, ficamos livres do tucanato que segue o mesmo fim melancólico de seu parceiro DEMo.