domingo, 6 de outubro de 2013

Açaí com estrogonofe de jabá...

A mistura do eco-pentecostalismo, com a novo oligarquismo-playboy, junto ao nazifascismo dos bornhausen não engana ninguém, só os midiotas é claro!

Vem do blog do Nassif este bom texto que compartilhamos com vocês:

O caminho “Coerente” de Marina Kaiowá de Calcutá SA

Do Blog de Arnóbio Rocha
O Sonho: Marina e a decepção da Rede, agora o que a espera…
O Mundo Real: Eduardo Campos e a Família Bornhausen à espera de Marina
De vez em quando, principalmente na época de eleições presidenciais, ouvimos falar na terceira via, na verdade candidaturas personalistas, erroneamente identificadas como terceira via, que aparecem desde 2002, como força para dividir, desde quando o PT se efetivou como a alternativa viável ao projeto Hegemônico do Kapital(PSDB). Em 2002 foi Ciro Gomes (na época no PPS), em 2006, Heloísa Helena (PSOL, na época). Em 2010 Marina Silva (PV na época). Mas por que não se trata de uma terceira via?
Simples, todos estes candidatos foram de projetos personalistas, figuras públicas que galvanizam votos descontentes com a polarização e/ou por circunstâncias específicas do jogo eleitoral. Heloísa Helena, por exemplo, foi catapultada pela CPI do Mensalão em que deu seu show. Ou Marina Silva, que pegou o vácuo das baixarias da campanha passada e se beneficiou das denúncias contra casa civil, ajudou, objetivamente Serra a chegar no improvável segundo turno. Porém, em nenhum caso, de 2002 até agora, estes personagens  ajudaram a criar nenhum partido viável e perene que se consolide como alternativa e projeto de governo frente aos projetos definidos que, gostemos ou não, são os do PT e do PSDB. A polarização é salutar e real, refletindo as experiências e acúmulos históricos da Esquerda ( diria centro-esquerda) do PT e da Direita(Centr0-Direita) do PSDB.
O Caso de Marina parece ser mais o importante de analisar, Ciro Gomes é uma liderança regional com características e rompantes que pouco agrega ao diálogo nacional, pulou de galho em galho num movimento errático desde seu melhor momento, em 2002. Enquanto Heloísa Helena, com o PSOL cujo centro é apenas o ódio ao PT, nada conseguiu posteriormente, inclusive rompeu com o seu partido para seguir Marina, já em 2010. Marina se constitui como nome nacional, não tem história de enfrentamentos raivosos com os adversários, comedida e mais afável, não causa estragos nas relações e sua imagem não ficou ligada negativamente como HH e Ciro.
Entretanto Marina trilhou o mesmo caminho dos dois, de rupturas com partidos, primeiro com o PT, depois a ponte via PV para se viabilizar em 2010, logo depois saiu para construir um “Não- Partido”, tentando captar um sentimento, reacionário, contra os partidos. Muitos se iludiram achando que Marina seria o “Novo” ou que as manifestações de junho seriam capturada pela “Rede”, não se deram conta de que, ao mesmo tempo em que Marina reuniu ex-esquerdistas ao redor de si, como Martiniano e Heloísa Helena que vieram do PSOL, Domingos Dutra , Pedro Ivo do PT, também se juntou a ela, Walter Feldman uma espécie de faz-tudo do Serra. Além dos vínculos orgânicos de Itaú e Natura.
Mesmo com os 20 milhões de votos, uma subida enorme nas pesquisas entre junho e julho de 2013, a tal Rede, não conseguiu míseras 500 mil adesões, logo eles tão acostumados com petições online ou “curtir” no Facebook, não transformaram em números viáveis para se legalizar um “partido” Não-Partido para chamar de seu, uma máquina para seu projeto, não uma terceira via. Aqui entra uma segunda ilusão, pois muitos engoliram a enrolação de que Marina, seus asseclas questionavam os Partidos. Porém ela não tem vontade própria, o Kapital(Itau, Natura e Globo) definiu o que ela tem que ser MULETA da Direita contra os governos do PT, assim descrito no Estadão que “Marina foi pressionada por empresários que têm financiado seu projeto político de criar um partido a sair candidata. Foi dito a ela que não seria possível ela abandonar um projeto que contou com tantos apoios, inclusive financeiros na sua trajetória para criar a Rede.”
A Direita alimenta e afaga o Ego de Marina, como se fosse uma proeminente liderança, o que não é, tem pesadas limitações políticas e de compreensão da sociedade, vive de um messianismo de uma bandeira única, o verde (??). Marina é útil demais à Direita, segundo o raciocínio binário, ela pode repetir os votos de 2010, abrindo a possibilidade de um segundo turno, além de jogar força para derrotar o governo do PT, em último caso sendo alternativa ao próprio Aécio, se este não decolar.
Sua filiação ao PSB é apenas parte deste triste enredo, recentemente também tinham se filiado ao partido a Família Fascista Bornhausen e Heráclito Fortes , todos da extrema-direta do DEM, quer dizer que a pessoa que dizia fazer “política diferente” contra os conchavos e acordos espúrios, Marina Kaiowá de Calcutá SA, por pressão dos seus ricos apoiadores, segundo o Estadão, Itaú e Natura, acaba nos braços,  olha que irônico da Família Bornhausen, Heráclito sapo-boi Fortes, e todo o conjunto de direitistas raivosos, desmatadores juntos com a “rainha” verde, bem, Evangeverde criacionista.
É esta a Novidade Nova da tal Rede? Antipartidos ir se filiar como tendência no meio de reaças, mais ainda correndo o risco de não ser candidata. Minha leitura, Marina será a candidata, vice é muito pouco e não acredito que vitamine tanto a alternativa Eduardo Campos, o Arraes III. A jogada só será eficaz se Campos abrir mão da candidatura, se tornando vice, aí sim fará todo o sentido, o contrário, nada acrescenta, é o que penso.
Por fim, seria cômico se não fosse trágico, o PPS, o grupo de aluguel, que implorou por Serra e seu #Tremsalao não veio. Então esta capitânia hereditária do coronel Antônio Bento, digo, Bob Freire, aquele ex-comunista que nunca foi comunista, só curtia o “ouro de Moscou”, procura Marina Kaiowá de Calcutá SA e suas divisas do Itau, Globo e Natura, que também lhe negou.

2014, chegou.

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