domingo, 22 de setembro de 2013

A escolha de Sofia, ou a escolha de um sofisma?



Bom, dentre as três "legendas" escolhidas pelo nobre Professor Pedlowski, como suas referências ideológico-partidárias, a única que possui representação parlamentar e que está à frente da gestão de algum ente de governo é o piçol...

Os outros dois não conseguem mostrar aos sofridos e abandonados pelo PT a "luz" da "verdadeira esquerda"...Se bem que o piçol também não é lá estas coisas neste quesito de representatividade...

Ahhh, bom....dirão o professor e seus companheiros que a população ainda não está "preparada" para tamanha "verdade", tal é o controle ideológico que as classes menos favorecidas sofrem por aquelas que são hegemônicas...Eles se auto-intitulam "vanguardas"...sei, sei, sei....

Hu-hum, pode ser...

Mas como a única opção partidária que detém alguma densidade é o piçol, vamos avaliar como se comporta uma das opções do professor...

E fica a dúvida: Se o PT, com toda sua história, conflitos e contradições, com a tarefa de governar cidades, estados e um país, é acusado de "traição", o que dizer de partidecos que mal saíram das fraldas políticas, e na primeira oportunidade já abraçam o "capeta"? 

Se para governar Macapá, ou para manter um simples mandato, os vestais já se vendem a primeira oferta, o que dizer quando a missão for muito maior????

Será que a janidra rocha nos responde?

Estão aí as imagens recentes de como se comportam os "vestais da esquerda", arghhh:






Agora sobre o "drama", que por encanto, agora não é mais drama, vamos nos socorrer nas próprias palavras do interlocutor para que possamos nos situar (ou não???):

"(...)Essa discussão toda sobre o "Mais Médicos" me toca de perto por vários motivos.  Sendo de uma família de trabalhadores, tive um pai que morreu num hospital público. Também tive uma mãe que morreu dentro de uma ambulância tentando ir para um hospital público.  Os dois casos eram bastante complicados, e não considero que os servidores que os atenderam tiveram qualquer parcela de culpa nas suas respectivas mortes(...)".

Réplica: Se esta não é uma linguagem destinada a causar comoção, por favor, "corta ni mim e chama o percival". É como o personagem Calvin mostrado aí embaixo, a cada contrariedade, ele altera a regra do jogo, cuja única regra certa é que o jogo sempre mudará....Quanto a pergunta feita pelo nobre professor em relação a sua mãe, eu não seria leviano a ponto de respondê-la, porque o fato é irrepetível, ou seja, como cientista, e subordinado ao rigor que exige a academia, o professor,antes de qualquer outro, deveria saber que só poderíamos levantar tal hipótese com todos os elementos envolvidos submetidos às mesmas condições...logo...fazer a pergunta, per si, já revela tamanha desonestidade intelectual...Mas o fato é que hoje em dia, como é público e notório, as condições gerais de atendimento a saúde estão muito melhor que há dez ou vinte anos...

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