segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Os fascistas de jaleco e seu órgão oficial: a revista "óia". Ou será o contrário?

Quase tudo já foi dito sobre a gritaria dos fascistas de jaleco! Portadores da síndrome PIG STUPIDOCOCUS, os fascistas de jaleco espumam e desconhecem qualquer coerência...

De quebra, são usados como cobaias pela revista "óia", seção de comunicação da quadrilha demotucanalha...

Eis um pouco de História para acalmar os aprendizes de Josef Mengelle:

Em 1999, o mesmo programa foi adotado pelo governo tucnalha, e olhe só a reação da mídia golpista:

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Você pode ler mais aqui:

6 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de saber, se possível, sua opinião sobre o episódio do embaixador boliviano e sobre o possível ataque americano à Síria

Marcelo Siqueira disse...

Você viu quanta gente diferenciada, no treinamento?

Anônimo disse...

Descontados os pequenos excessos próprios do clima deste blog e o natural posicionamento ideológico do blogueiro, cujo be-a-bá quase obriga o estudo do sistema de saúde cubano, e ainda, o partidarismo político deste declarado petista, reconheço desde o princípio o correto posicionamento de Douglas da Mata na questão do Mais Médicos.
Ainda que "a chineladas" Douglas mostrou que está certo o governo no enfrentamento do corporativismo médico, cujas aberrações misturam preconceito e pouca informação de uma elite médica descolada da realidade que sustenta(ou) sua formação. A população agora vai percebendo que o posicionamento deve ser rigorosamente a favor dos médicos estrangeiros que só vem para somar.

Precisamos de mais escolas de medicina livres dos grandes laboratórios e dos fabricantes de equipamentos.

Parabéns Douglas. Saúde!

douglas da mata disse...

Caro comentarista...

É difícil opinar com pouca informação sobre o assunto, e desde que aconteceu, não tive a chance de buscar estes dados...

Porém, à primeira vista, eu digo que:

A posição da embaixada brasileira na Bolívia já estava enfraquecida desde que concedeu asilo ao senador.

Não vou entrar no mérito das acusações ou nos questionamentos da Justiça boliviana, e acho temerário que façamos.

Afinal, todos os países revelam problemas na aplicação de suas leis ou no respeito aos princípios gerais e universais de Direitos Humanos, desde os EEUU com Guantánamo, até a Bolívia, com certeza.

Mas acima destes questionamentos, que devem ser feitos, antes de mais nada, pela população de cada país dentro das suas regras, ou apresentadas as cortes internacionais, fica a soberania e a autodeterminação dos povos, princípio basilar de toda política externa responsável.

Veja o caso recente dos ingleses...Além de maltratarem um brasileiro, para agradarem aos EEUU, mantém Julian Assange "prisioneiro" dentro da embaixada equatoriana...

Será que nossa mídia vai pressionar a ONU a intervir pela concessão de salvo-conduto ao jornalista do WikiLeaks? Duvido muito...

São sempre os interesses que movem estas questões, mas há um respeito primeiro a soberania e as decisões do país onde a embaixada está abrigada.

Dito isto, eu resumo:

O asilo já era complicado, haja vista a resistência do governo boliviano em conceder o salvo-conduto.

Sendo assim, não caberia a um embaixador de segundo escalão, supostamente à revelia de todos seus superiores, dar fuga a um acusado pela Justiça daquele país.

Há meios, instituições, princípios que devem ser respeitados, e neste caso, até parece uma ação orquestrada dos setores conservadores dos dois países para criar um conflito conveniente.

Uma quebra de hierarquia imperdoável, e passível de punição, que a meu ver, será processada nos trâmites administrativos.

douglas da mata disse...

Sobre o ataque a Síria (na verdade, o alvo objeto de desejo é o Irã).

Vejo com muita preocupação...aquela região e seu ambiente de histórica instabilidade e violência são resultado das inúmeras intervenções desastradas das políticas externas ocidentais, e sino-russa.

Olhe a loucura: na Síria, o Talebã é o aliado preferencial dos EEUU...

Por outro lado, o ônus de ser a maior potência do planeta, sem antagonista à altura(pelo menos por enquanto) é manter-se em conflito permanente para expansão e resistência de suas posições geoestratégicas.

Creio que a postura vacilante dos EEUU é típica: quer mais gente para entrar nesta furada, e claro, construir um consenso possível, ou ao menos, o silêncio omisso de Rússia e China.

A Síria tem tudo para se transformar em outro Afeganistão, não o de hoje, mas aquele da década de 80 do século passado, com atualizações imponderáveis dos dias atuais...

Conflito com potencial para ultrapassar 1 milhão de mortos, e se tornar mais um flagelo humanitário.

Anônimo disse...

Valeu pelas opiniões.