domingo, 4 de agosto de 2013

Os EEUU, suas agências, atentados e outras teses conspiratórias.

O principal problema das teses conspiratórias é que boa parte delas se comprova. É o que nos ensina a História.

O mais incrédulo ou desconfiado dos cidadãos não imaginaria o que os EEUU estariam praticando em relação a privacidade de seus nacionais, e pior, em relação a estrangeiros, violando direitos humanos e soberanias.

Uns ainda creem, piamente, que Pearl Harbor, o ataque japonês a ilha havaiana, onde se encontrava quase toda a força naval estadunidense, se deu por "descuido" do governo Roosevelt, para poder assim justificar a entrada dos EEUU na II Guerra Mundial, possibilidade até então rejeitada pela maioria da opinião pública.

Outros dizem que o mesmo se deu em 11/09/2001, onde aviões foram atirados, à moda kamikaze. sobre alvos dos EEUU, com destaque para os mais de 3 mil mortos nas torres gêmeas no World Trade Center, em NY.

O fato mais assustador é que nenhuma destas "teses" parece mais tão absurda.

Talvez o que as mantenha sob a condição duvidosa seja o quê de comoção que sua revelação causaria, com enorme estrago nas instituições daquele país, dentre estas, a mais admirada e respeitada, a presidência.

Esta mesma condição, ou seja, o segredo não alcança todos os eventos com o mesmo peso, é claro!

No caso da espionagem do fluxo de informações, o que seria um grande incômodo domiciliar, encontrou uma sociedade narcotizada pelo medo, que está disposta a enfrentar a total ausência de privacidade por uma sensação de segurança que quase sempre se mostra ilusória.

A revelação de Edward Snowden causou mais danos a imagem externa dos EEUU que problemas políticos a administração Obama em seu país.

Então, atentos a este efeito, os EEUU fecham embaixadas e alertam sobre a real chance de acontecer atentados terroristas.

Nada mais conveniente a política externa estadunidense que um atentado de larga escala acontecesse em solo estrangeiro, de preferência, em algum país aliado, justamente os mais agastados com a espionagem do Tio Sam.

Não seria impensável que as agências estadunidenses estivessem "provocando" ou até preparando, elas mesmas, a tragédia sob encomenda.


Uma pequena historinha para os incrédulos:

No atentado da maratona de Boston, diversos sites e blogs levantaram o debate sobre a atuação de grupos do FBI e outras agências, que infiltrariam agentes junto a grupos potencialmente perigosos, ou que julguem propensos a ataques.

O problema é que estes agentes podem estar incentivando ataques além dos limites, apenas para que possam frustrar tais atentados em tempo de tornar as ações policiais atos de heroísmo, somando pontos na disputa pela hegemonia dentro das agências de segurança!

Os blogs e sites alegam que por este motivo, e não por outro, os irmãos foram mortos em circunstâncias duvidosas e improváveis, quando já estavam sob custódia, onde o certo seria preservar-lhes a vida para interrogatórios e angariar informações. 

Um escândalo parecido já balançou o governo de bush jr, só que neste caso, o alvo dos questionamentos era a DEA (agência anti-drogas) e sua política de informantes e agentes infiltrados. durante o combate aos carteis mexicanos, que acabaram por cometer crimes tão ou mais graves dos que deviam combater ou evitar. 


Podemos estar bem próximo de mais um ato terrorista grave, mas é bom começar  a investigar pelo lado dos mocinhos...

4 comentários:

Anônimo disse...

O nazista Göering ensinou que “tudo o que se tem de fazer é dizer às pessoas que elas estão sendo atacadas, denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e expor o país ao perigo. Funciona em qualquer país”.

Bom aluno, Hitler mandou incendiar o Parlamento alemão em 1933 e atribuiu a culpa aos comunistas, o que lhe permitiu assumir, através do terror e com apoio da população, poderes ditatoriais.

Anônimo disse...

Enquanto o Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, reconhecia a responsabilidade do Estado por violações dos direitos humanos e infrações ao Direito Internacional Humanitário no prolongado conflito armado naquele país, informação pouco divulgada por aqui, no Rio de Janeiro ocorreu um fato extremamente grave.

No jornal O Globo, o repórter Antônio Werneck assinava matéria mentirosa, com chamada de primeira página, revelando que “agente da Abin foi preso em protesto” e com o complemento de sustentação “vândalo chapa-branca”. O jornal da família Marinho, numa demonstração de baixo jornalismo “informava” sobre a prisão do geógrafo e agente da Abin Igor Pouchain Matela junto com a mulher, Carla Hirt.

Mentira grosseira. Carla Hirt foi presa quando fugia da truculência policial sendo agredida, depois de ser ferida por balas de borracha, não tendo jogado pedras em lugar nenhum. O marido, que não estava com ela, foi até a 14a. Delegacia Policial, no Leblon, ao ser avisado pela própria mulher da prisão e agressão por parte de um tenente da PM.

Portanto, ai se esclarece a primeira mentira que tem por visível objetivo induzir o leitor a incriminar a Abin, desviando a atenção do principal, ou seja, de que a PM de Sergio Cabral infiltra agentes P2 nas manifestações, não propriamente para observar, como alegam as autoridades, mas para provocar tumulto. Vídeos postados nas redes sociais não deixam dúvidas.

Carla foi acusada de formação de quadrilha e ter jogado pedras numa agência bancária. Ela foi presa na rua Redentor e a PM notificou que a prisão ocorreu na Visconde de Pirajá. Portanto, uma nova mentira, como várias outras encontradas na matéria do repórter Antônio Werneck. A indicação da Visconde de Pirajá foi para mostrar que ela estava no centro dos acontecimentos no momento da prisão. Se fosse colocada a rua exata ficaria demonstrado que Carla foi presa fora do local onde a PM agia com truculência, por orientação do trio Sérgio Cabral, José Mariano Beltrame e Coronel Enir Costa Filho, comandante da PM.

Que quadrilha os presos poderiam ter formado se nenhum deles se conhecia? Antes da matéria ter sido divulgada, Carla Hirt deu entrada com uma ação no Ministério Público informando ter sido vítima da truculência policial, agredida e baleada, além de acusada falsamente de formação de quadrilha.

Anônimo disse...

Os EUA lançaram a bomba no dia 6 de agosto de 1945.

Faz sessenta e oito anos que o mundo soube estarrecido e incrédulo o lançamento do primeiro artefato atômico no Japão, Hiroshima, que dizimou milhares de vidas em frações de segundos!

Anônimo disse...

HIROSHIMA - Crime contra a Humanidade

Hiroshima foi um crime contra a Humanidade. Há 68 anos, um bombardeiro pesado B-29, uma Super-Fortaleza Voadora, baptizada pelo seu comandante, o coronel Paul Tibbets, de Enola Gay, em homenagem à mãe, lançou a primeira bomba atómica sobre uma cidade pacata e sem objectivos militares importantes, matando imediatamente 80 mil pessoas e muitas dezenas de milhares com sequelas daquele dia já longínquo mas inesquecível de 6 de Agosto de 1945.


A desumanidade dos americanos foi idêntica à dos nazis nos campos de concentração quando proibiram durante meses auxílio aos sobreviventes de Hiroshima e de Nagasaki para "estudarem" os efeitos da radiação a longo prazo no corpo humano.

Mas para a História passou o embuste de que as bombas atómicas tinham salvo centenas de milhar de vidas americanas na programada invasão do Japão, que acabou por não acontecer.