sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Itaú, g(r)obo, barbosa e o verdadeiro custo Brasil!


De acordo com a organização internacional de Justiça Tributária (Tax Justice Network), há cerca de um trilhão de reais, ou 500 bilhões de dólares de brasileiros escondidos em paraísos fiscais, ou seja, 1/3 de nosso PIB!

Dinheiro dos tributos desviado, sonegado e enviado ao exterior, aqui onde a TV te diz que se paga muito imposto...

É verdade, pagamos muito imposto, mas apenas os pobres, que com seu sacrifício sustentam as fortunas criadas pela injustiça tributária e o crime!



Hoje a blogosfera anunciou que a Receita Federal autuou o Itaú em 19 bilhões de reais, pela sonegação de tributos durante a fusão com o Unibanco...

Um acinte...um fenômeno alastrado, onde temos a rede g(r)obo, e recentemente, até o presidente do stf, que descumprindo a vedação legal de ser responsável por empresa, montou uma offshore(com sua sede brasileira hospedada em seu apartamento funcional) para driblar os impostos que deveria pagar pela compra de um imóvel em (arghhh!) Miami...

A desfaçatez só perde em tamanho para o crime de lesa-pátria cometido por esta gente, que ainda se dá ao direito de vomitar regras de boa conduta e "moralidade"...

Linda é a propaganda de "responsabilidade social" do Itaú...

Ahhh, em tempo, o grupo Itaú é apoiador preferencial do projeto R(É)DE(A) da joana d'arc da floresta, marina silva!

2 comentários:

Anônimo disse...

Embora concorde com vc, não acredito que um valor deste seja pago. Todos sabemos que multa não se paga.
Contudo não dá para comparar melão com jaboticaba simplesmente porque são frutas (aprendi a gracinha aqui no seu blog).
Barbosão cometeu um expediente controverso visando contornar os impostos da Flórida, tal qual um fórmula 1 desvia em uma chicane. Mas o malabarismo do presidente do stf destinou-se a preservar menos de 80 metros quadrados em solo americano. Não dá para comparar com o Itaú e a Globo que nos rouba muito dinheiro e a opinião...

douglas da mata disse...

Concordo em parte...o presidente do stf utilizou um expediente improbo para contornar o fisco dos EEUU, pois sediou a filial de sua empresa em solo brasileiro no apartamento funcional que lhe é cedido pelo stf.

A direção do texto não buscou igualar as fraudes fiscais, mas apontar a hipocrisia do discurso contra a "carga tributária", e nisto, tanto a classe mé(r)dia integrada por barbosas e outros de seu tipo, quanto os mega empresários vociferam a mesma lenga-lenga...