domingo, 4 de agosto de 2013

As reporcagens do PIG.

Tem um débil mental aqui na caixa de comentários, que resolveu vocalizar o fascismo de jaleco, no debate sobre saúde pública, e os programas do Ministério da Saúde.

Nada contra, afinal, a intenção é provocar estes cripto-marginais a mostrar sua cara e sua intolerância. 

Mas a sustentação teórica deste pessoal é sofrível, que não consegue dar conta de um blogueiro mequetrefe como eu.

Simplificações, reduções, determinismos e toda sorte de preconceitos, e claro, capacidade discursiva catastrófica.

O cúmulo do absurdo foi o (m)idiota recomendar uma "reporcagem" do "grôbo" como referência para a discussão...aí não dá.

E por coincidência, olhando outros blogs, deparo-me com o ótimo O Cafezinho, e que desmascara, mais uma vez, o jornal da famiglia de sonegadores.

A matéria é sobre as mentiras e distorções daquele jornal para atacar o governo, neste caso, nos resultados da balança comercial e nos índices do nosso comércio exterior.

No entanto, poderia ser sobre qualquer outro tema. Aonde quer que se olhe naquela pocilga editorial, o que se encontrará é lixo.

Compartilho o texto do Miguel do Rosário (O Cafezinho) com vocês...Ah, e claro, o pessoal da facção jalecos do joseph megele não vai conseguir entender...alguns mais ruminantes perguntarão: "o que é que comércio exterior tem a ver com médicos cubanos?".

Como eles nunca entendem nada mesmo, então, danem-se eles:

A verdade sobre o comércio exterior brasileiro

Enviado por  on 02/08/2013 – 4:24 pm10 comentários

Os jornais amanheceram, como de praxe, com manchetes apocalípticas. O Globo veio com um déficit “Pior da história”. Eles jamais fizeram manchetes similares quando se trata dos juros (menores da história, antes dos recentes aumentos) ou do salário mínimo. Mas quando encontram um fato negativo, eles carregam nas tintas e põem na primeira página.

Acontece que não é bem assim.  A imprensa mente mesmo quando fala a verdade. Então lá fui eu fuçar no Sistema Alice, o nosso banco de dados público sobre comércio exterior, que é um dos melhores do mundo. Tenho experiência nisso porque trabalhei por quase 15 anos escrevendo sobre café para o jornal especializado que eu tinha, além de colaborar para sites estrangeiros. Especializei-me em estatísticas de comércio exterior.
Compilei os dados da nossa balança comercial desde 1995 até hoje, preparei algumas tabelas e gráficos.
Não é correto jogar tanto peso na balança comercial de um mês só, porque se fica a mercê de distorções sazonais. O certo, sobretudo numa análise política que pretenda usar dados econômicos, é usar períodos acumulados.
Apesar do déficit em julho, nos últimos 12 meses o saldo comercial brasileiro permaneceu positivo, em US$ 4,5 bilhões. Nos anos 90, tivemos déficits seguidos em 1997, 1998 e 1998, sempre usando o período de 12 meses de agosto a julho, para efeito de comparação com os dados atuais. Em 1996/97 (ago/jul), o déficit foi de US$ 7,6 bilhões, em 1997/98 de US$ 6,3 bilhões e em 1998/98 de US$ 4,9 bilhões.

Entretanto, mais do que olhar apenas déficit, é importante considerar a evolução das exportações.  As exportações brasileiras nos últimos 12 meses atingiram o segundo maior nível de sua história. Ou seja, nos dois primeiros anos do governo Dilma, o Brasil nunca exportou tanto.

O déficit acontece por duas razões: porque se exporta pouco, ou porque se importa muito. O déficit “bom”, se é possível falar assim, é o segundo caso, naturalmente. É o que vem acontecendo ao Brasil. Estamos exportando mais que nunca, mas a importação também aumentou.
Importante ressaltar ainda que a importação aumentou por causa das compras de combustível. O consumo crescente de combustível, que onera a importação, é um sinal de vitalidade econômica. Conforme o pré-sal começar a jorrar em grande quantidade, a partir de 2016, e as refinarias ficarem prontas, na mesma época, o Brasil importará menos este item e poderá até se tornar exportador de petróleo e gasolina.
Os últimos dados de produção de petróleo e gás vem registrando forte alta, conforme registra o último boletim da Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Observe a tabela abaixo. Os colunistas econômicos da grande imprensa fazem um malabarismo curioso. Quando querem falar bem de uma relação comercial entre Brasil e outro país, costumam usar a corrente de comércio, que soma exportação e importação. Pois bem, a corrente de comércio brasileira em julho foi a maior da história: US$ 43,5 bilhões. Isso é bom, mostra um comércio exterior dinâmico. O Brasil ganha dinheiro importando, porque o Estado aufere impostos sobre todos os produtos que entram no Brasil. A importação também paga os serviços de saúde e educação. A importação paga mais impostos que a exportação, diga-se de passagem.


No acumulado de 12 meses até julho, a corrente de comércio totalizou US$ 474,7 bilhões. É quase cinco vezes maior que o patamar de 2002.
Considerando apenas as exportações, estas geraram US$ 239,59 bilhões nos últimos 12 meses, o segundo maior nível da história. Em 2001/02, exportamos apenas US$ 55,6 bilhões.
Lamentar a importação é um vício vira-lata. Quanto mais cresce a renda da população, num país onde o câmbio não é manipulado para beneficiar apenas setores de exportação (como na China), a tendência é aumentar a importação, porque é natural que as pessoas queiram consumir bens importados.
O problema da importação seria motivo de preocupação se se observasse um processo de desindustrialização. Apesar das grandes dificuldades que vive a nossa indústria, ela vem resistindo. Segundo o IBGE, a indústria brasileira registrou forte alta em junho, de 1,3% sobre o mês anterior, e 3,1% sobre igual mês de 2012.
O setor de bens de capital, que é o principal termômetro da indústria num país, porque corresponde à fabricação de máquinas destinadas a indústrias, registrou crescimento de 18% em junho deste ano, na relação com o mesmo mês do ano anterior.
O negativismo da mídia tem conotação política. Como ela faz oposição ao governo federal, a imprensa quer pintar o quadro econômico como eternamente em declínio, e não poupará esforços neste sentido. Eventualmente, o esforço pode dar certo, ao desestimular o setor privado a seguir investindo no país. O governo tem culpa porque se mantém calado, ou fala somente através da grande mídia. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não usa redes sociais. A presidenta não usa redes sociais. A articulação política do governo não usa redes sociais. Não é questão de tempo. Não precisa fazer isso pessoalmente: contratem uma equipe! Ou melhor, ponham a que possuem para trabalhar! O Brasil não pode mais ficar à mercê dos urubus! Não é possivel que o ministério da Fazenda não tenha uma pessoa para entrar no Twitter e dar um RT numa matéria que seja um contraponto à desgraceira diária que a mídia vende ao país!
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4 comentários:

Anônimo disse...

Você chamar alguém de intolerante deve ser uma brincadeira de final de domingo.

douglas da mata disse...

Bom, de certo sou intolerante...com a intolerância, é óbvio!

Com a burrice daqueles que se julgam "informados" pela "grôbo" ou pela "óia", e vomitam por aqui seus "conceitos".

Com a pieguice débil mental dos supersticiosos de todas as religiões, que adoram "cagar regras morais" para os outros, e se esquecem de olhar para a própria hipocrisia.

Com a classe mé(r)dia, egoísta, inculta e preconceituosa.

Com o racismo, com a homofobia, etc.

Pode acreditar que, nestes casos, não faço a menor questão de ser "tolerante"...isto não nos parece possível.

E pelo jeito, você é daqueles que desenvolveu a "adicção" pelas chineladas na bunda que levou aqui no blog...

Não consegue deixar de vir aqui replicar para tomar outra dentro...

Fique à vontade, mas não vá contar a sua patroa que ela vai querer também...

Anônimo disse...


A 'Rede Globo' e os Bônus de Volume - Tudo a Ver!

A Globo só consegue manter a receita publicitária – sem a qual não é nada – graças ao expediente do BV, o Bônus por Volume, que acorrenta a ela as agências de publicidade.

A bonificaçao por volume (o BV) surgiu no início dos anos 60 com o objetivo de ser uma política de incentivo ao aperfeiçoamento das agências de propaganda, seja no que se refere ao desenvolvimento de profissionais, seja pela aquisiçao de ferramentas que contribuíssem para melhorar a qualidade do trabalho. Criado pele Rede Globo – e logo adotado pela Editora Abril, com o passar dos anos o modelo se espalhou por outras empresas e setores da mídia.

O BV é o pagamento de um bônus às agências, proporcional ao investimento total feito pelos seus clientes em um determinado veículo. Em outras palavras, quanto mais publicidade destinada a 1 veículo, maior é o BV recebido.

Como exemplo, tomemos uma agência que possua 5 anunciantes que somam uma verba de mídia de R$ 50 milhoes em 1 ano, e que direcione pouco mais de 50% desse total (R$ 25 milhoes) ao veículo ‘X’.

Este, por sua vez, adota uma tabela para o pagamento de BV progressivo, segundo a qual investimentos de até R$ 20 milhoes dao direito a um bônus de 5%; de R$ 20 milhoes a R$ 25 milhoes, um bônus de 7,5%; para investimentos acima de R$ 25 milhoes, o incentivo é de 10% (…..) Assim, no início do ano seguinte, a agência receberá do veículo ‘X’ valor de R$ 2,5 milhoes como bonificaçao.

Anônimo disse...

Sonegalão da Globo: O que daria para fazer com R$ 2,1 bilhões!

O que daria para fazer com os R$ 2,1 bilhões que a Rede Globo sonegou, segundo a Receita Federal?

Bem, entre outras coisas, seria possível fazer o seguinte:

1) Construir 500 EMEFs (escolas de ensino fundamental, de 1a. à 8a. séries) na capital paulista, onde o custo unitário delas é de R$ 4,2 milhões;

2) Construir 1166 creches na capital paulista (custo de R$ 1,8 milhão cada uma);

3) Construir 3939 UBS (Unidades Básicas de Saúde) custo de R$ 533 mil cada uma.