sábado, 6 de julho de 2013

Outras planícies.

Morte: O legado das religiões ao redor do planeta!

Não há outra forma de abordar a questão! 

Apesar das religiões, em alguns momentos, apresentarem agendas que coincidam com o esforço civilizatório da Humanidade, o fato é que a regra histórica apresentam- nas como portadoras de todo obscurantismo e violência que assolaram não só as nações internamente, como lançaram estas nações em conflitos devastadores entre si.

A atuação situação do Egito ilustra bem este postulado. Se é verdade que os interesses geopolíticos das grandes potências são fatores de forte influência na desestabilização daquele país, o fato é que o elemento que dá coesão ao ódio sanguinário é o sentimento religioso.

De acordo com os jornais ingleses The Independent e The Guardian já são pelo menos 36 mortos nos conflitos de rua entre os seguidores da Irmandade Muçulmana, fieis ao presidente Mohamed Morsi, deposto por um golpe militar, e os militantes favoráveis ao novo presidente interino.

Os líderes muçulmanos conclamaram os fies a permanecerem nas ruas até que o presidente deposto seja reconduzido ao cargo.

Como se vê, as três religiões monotéistas, o islamismo, o judaísmo e o catolicismo são os depositários de boa parte dos sentimentos e crenças que insuflam a violência, ora aberta, como no caso da Palestina e do Oriente Médio, ora abafadas em conluios e esquemas de proteção de redes de pedofilia, lavagem de dinheiro de mafiosos, etc.

Um dos alvos prediletos das religiões é a liberdade feminina. Todas as três religiões monoteístas tratam a mulher como lixo, como seres de segunda categoria!

Os católicos gostam de se imaginar mais tolerantes com as mulheres, enquanto acusam os costumes islâmicos de opressores.

Mas vejam a que ponto chega a irracionalidade católica:

No Chile, como conta matéria do El País, uma menina de onze anos, estuprada por seu pai, não poderá interromper a gravidez devido a legislação local, que é claro, tem inspiração nos postulados religiosos católicos e nos piores momentos da Historia chilena, já que a proibição data da ascensão de Pinochet ao poder, em 73.

O governo atual, de orientação conservadora se nega a colocar o tema em debate.

A gestação está em 14 semanas,  e os médicos dizem que tanto mãe como feto correm sérios riscos de vida

Pergunta-se: Que sentimento religioso ou dogma poderá justificar tal nascimento? O que será desta criança-mãe, que terá que conviver, para sempre, com a horrenda lembrança do abuso, materializada em uma outra criança, fruto de um ato de tal natureza?

Não há dúvidas: As religiões são o flagelo da Humanidade, e deveriam ser banidas com manifestações públicas e sociais, devendo ficar restritas ao convívio social dos lares, como cultos privados.

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