terça-feira, 16 de julho de 2013

Oposição-fashion!


Figurino da oposição e de certas mídias nacionais e locais!
Coleção outono-in(f)erno!


O casal garotinho sempre se beneficiou das possibilidades econômicas do exercício do poder para se manter nele.

Justiça seja feita, esta não é uma prerrogativa exclusiva desta dinastia local, mas é resultado de um processo gradual que resultou do apogeu neoliberal, ou seja, a redução dos conflitos políticos a lógica do mercado, que colocou lado a lado, a judicialização da política e a escandalização midiática, que por consequência, sequestraram os processos democráticos e eleições em caros esquemas de comunicação, verbas oficiais de propaganda e contribuições de campanha.

Logo, antes de buscar votos, candidatos passaram a buscar antes o financiamento. As distorções, é lógico, foram colocadas todas na conta dos políticos, e isto retroalimentava a necessidade de gastar mais em comunicação "positiva".

Mas o fato é que as dinastias políticas, por sua própria natureza, não enxergaram aí uma ameaça, ao contrário, este processo de elitização paulatina da política, que segregou movimentos e grupos populares da possibilidade de alcançar representação, foi vista como uma verdadeira oportunidade, mesmo que à custa de muito desgaste da ação política junto a população.

Por outro lado, os movimentos de oposição a todas as dinastias políticas se adaptaram pior ao novo modelo, por motivos óbvios.

Ao invés de se entregaram a tarefa de reinventar os meios da ação política, estas oposições dedicaram-se a engrossar o caldo de empobrecimento do debate, atirando-se ao denuncismo, tendo como aliados os esquemas de mídia que, como sempre, pretendem lucrar o máximo nas duas apostas que fazem, ora mordendo, ora assoprando!

Um caso emblemático foi o da GAP. Instado a explicar uma denúncia pobre em informações e apuração, isto é, apressada, o deputado-prefeito sacou a evidência de que o seu "erro" também foi cometido por órgãos apadrinhados pelo grupo globo, e aqui na cidade, pelos blogs de coleira do governador e a certos setores de mídia que (sobre)vivem de extorsão jornalística.

Resultado: nenhum!

Agora o caso da camiseta...

Ora bolas, qualquer idiota com meio neurônio é capaz de dizer que uma, uma única camiseta colocada em cima de uma mesa (ou uma cadeira, sei lá) não é capaz de trazer qualquer infortúnio aos planos do governador, e que não merecerá em nenhum órgão ou autoridade digna deste nome, a menor atenção investigativa!

Parece o episódio da bolinha de papel do çerra em 2010...!!!!

E mais: Como manda a Constituição, e como já praticou em eras distantes o jornalixo brasileiro, o ônus da prova é de quem dela se aproveita, isto é, quem acusa deve provar, ficando ao "acusado" o direito de silenciar, e de até mentir!

Estas são garantias constitucionais...De todos! Até daqueles que não a respeitam muito, como os garotinho e pelo jeito, seus opositores mais próximos(aqueles que foram chutados do ninho).

Como eu sempre digo: aqui em Campos dos Goytacazes, com uma oposição destas, vamos amargar mais uns 10 ou 20 anos deste pessoal no poder!

Um comentário:

Anônimo disse...

O prefeito-deputado nem é tão bom assim. Os adversários é que são fracos.
Com as técnicas de impressão por sublimação atuais, podemos produzir em menos de meia hora algumas camisetas para a campanha sua, minha ou do Obama. A do americano poderia ter o slogan já sugerido nas redes sociais: Yes, we scan!

Nem uma dúzia de camisas teria significância. Tsc Tsc...