domingo, 21 de julho de 2013

A Igreja dos torturadores, escravistas, dos pedófilos, dos lavadores de dinheiro e dos gays hipócritas...

Os livros de História não mentem. Em alguns milhares de anos de domínio ao redor do mundo, a fé católica serviu para justificar toda sorte de ignomínia.

Perseguição a judeus, muçulmanos, ateus e a qualquer manifestação religiosa, a toda liberdade de expressão e a ciência, durante os tenebrosos anos da Inquisição.

Cumplicidade criminosa e lucrativa com o mercado de carne negra na África.

Acordos com o nazi-fascismo para conseguir um Estado autônomo.

Omissão obsequiosa com pedófilos e outros abusadores sexuais.

Compadrio orgânico com a máfia italiana, com os cartéis de droga e outras fontes ilícitas de recursos lavados no Banco do Vaticano.

A última dos seguidores do carpinteiro bastardo diz respeito a sua conhecida hipocrisia.

Maiores perseguidores dos direitos das minorias homossexuais, mas os maiores praticantes destas preferências, cobertos pelo véu da mentira descarada, da farsa abjeta, os seguidores da Igreja Católica agora se veem às voltas com mais um escândalo em sua cúpula (ou seria cópula?).

O prelado Battista Rica, indicado pelo papa chico para ser o interventor no banco-lavanderia do Vaticano é apontado como gay, e teria mantido relacionamento estável, de seis meses, com Patrick Haari, um capitão da Guarda Suíça (a que serve ao Vaticano).

As informações estão no L' Espresso, jornal italiano, e foram publicadas pelo vaticanista Sandro Magister.

E pensar que boa parte das leis nos países ocidentais que perseguiram gays por séculos, tem nestes calhordas seus principais defensores e propagadores.

Parece que a Igreja de Pedro levou ao pé da letra a ideia de ser a igreja dos pecadores...O problema é que ela só enxerga pecado nos outros!


Um comentário:

Anônimo disse...

O falso moralismo que existe na igreja católica é o que mais me incomoda. "Defendemos a família, somos contra o aborto, contra o uso de camisinha, contra o casamento gay" ETC. O certo então é deixar que as mulheres pobres façam aborto em clinicas clandestinas e morram junto com o feto?, deixar que a população não se previna das doenças sexualmente transmissíveis?, ficar no falso moralismo que Deus fez o homem e a mulher para terem relações sexuais depois do casamento e ter o maior índice de pedofilia e relações homo afetivas das instituições religiosas? O certo mesmo seria que o catolicismo mostrasse sua verdadeira identidade e pare de querer ditar as politicas do estado. Cada um de nos temos a nossa fé e é bom deixar sempre bem claro que O ESTADO É LAICO.