sexta-feira, 28 de junho de 2013

O telhado de vidro da globo!

Não há dúvidas que os meios de comunicação, aqueles que se reúnem em oligopólios empresariais, praticam todos os atos que censuram no mundo político.

Inclusive, é sua força econômica e a capacidade de chantagear os mais diversos personagens, que permite que as empresas de mídia funcionem não como um quarto poder, porque isto implicaria alguma  submissão ou relação com os demais, mas sim como um poder paralelo, na medida que consideram-se acima das leis, do Estado e da sociedade.

Este fato ficou evidente quando os editores de uma revista semanal, a pocilga conhecida como "óia", poderiam ser chamados a depor em uma CPI sobre determinado grupo de crime organizado, chefiado por carlinhos cachoeira.

As manifestações de repúdio a uma providência simples, comum em todos os países chamados democráticos, como a Inglaterra recentemente fez, foi aclamado por aqui como um ataque a liberdade de expressão e de imprensa, embora nenhuma evidência neste sentido fosse apresentada.

Agora, no Blog do Roberto Moraes, lemos aquilo que sempre presumíamos: As empresas globo de comunicação não vivem apenas dos benefícios de uma das maiores concentrações midiáticas do planeta, cevada com gordas parcelas de dinheiro público da propaganda oficial, mas funcionam como um cartel mafioso, com esquemas de sonegação, lavagem de dinheiro, fraudes em regime de quadrilha, comparáveis a outras modalidades delitivas conhecidas, como traficantes de drogas e armas.

Leia aqui o post do Roberto Moraes, que reproduz matéria do ótimo site O Cafezinho, do Miguel do Rosário.

Entenda, afinal, porque toda vez que a mídia corporativa fala em corrupção, ou moralidade da coisa pública, ela não está só mentindo a você, mas principalmente desviando a atenção para evitar que sua conduta possa ser esclarecida.

É o caso de quem tem telhado de vidro arremessando pedra no telhado alheio...


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