terça-feira, 25 de junho de 2013

A memória seletiva, o nome moderno para a calhordice!

Apressaram-se os vestais da direita, o imbecil do écinho neves à frente, a torpedear a proposta da presidenta Dilma sobre plebiscitos, e Assembleia Constituinte restrita, como se fosse um ataque de lesa.-pátria, ou lesa-Estado. 

O sacripanta do Roberto Freire, tal e qual um boneco de ventríloquo, e outros sabujos à soldo da mídia, que respondem por "especialistas", sempre à postos.

Pois bem, vejam só que surpresa eu li lá pelo blog do Nassif sobre o tema...Ora bolas, ninguém mais, nem menos que o príncipe da Sociologia, o herói do demotucanato, propôs, lá pelos idos de 98, a mesmíssima coisa, e de certo, a reação da mídia e de outros seres rastejantes foi diferente.

Será que seus súditos levaram tão ao pé da letra o que ffhhcc falou, e esqueceram tudo o que ele disse ou escreveu?  Pois bem, leia aí e reflita:

Em 1998, FHC defendeu Constituinte restrita

Por Frank
Nassif, segundo gritaria dos juristas contratados pela Globo, não pode existir Constituinte restrita. Só que em 1999 o FHC já queria a dele, e com plebiscito. Será que o Serra vai dizer que o sociólogo já estava gagá desde aquela época? Seria uma ótima explicação para a escolha dele por parte do FHC para ocupar a pasta da saúde.
Da Folha
Agência Folha 16/04/98 18h53 
De Brasília 
O presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu nesta quinta a proposta de constituinte restrita em 1999, de autoria do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), para acelerar a aprovação das reformas tributária, política e do Poder Judiciário. A proposta exige menor quórum para a aprovação das reformas. De acordo com o projeto, as emendas seriam aprovadas com o apoio de 299 membros do Congresso, que se reuniriam em sessões conjuntas (deputados e senadores). Pelas regras atuais, são necessários os votos de 308 deputados e 49 senadores. 
Sem citar o autor do projeto, FHC defendeu a proposta na cerimônia de instalação do gabinete do recém-nomeado ministro extraordinário da Reforma Institucional, o senador Antonio Freitas Neto (PFL-PI). O projeto do deputado Miro Teixeira foi aprovado em março em comissão especial da Câmara e será ainda apreciado em duas votações na Câmara e no Senado. Se aprovada nas duas Casas, a proposta será submetida a plebiscito nas eleições deste ano. 
Freitas Neto disse que é a favor da proposta, mas afirmou que a principal dificuldade é viabilizar a realização de plebiscito nas eleições de outubro. Para o ministro, o projeto do deputado pedetista é a maneira mais viável de fazer reformas bastante polêmicas.

3 comentários:

Anônimo disse...

Bom, mas é aí, a reforma é pertinente ou não?

douglas da mata disse...

Bom, que alguma reforma política, principalmente para dar conta do problema do financiamento, isto nos parece óbvio.

Não tenho opinião formada (ainda) sobre a conveniência de fazê-la em sede de Constituinte específica, ou através dos dispositivos que o Congresso já dispõem.

O post e o texto republicado, buscam apenas revelar a cretinice da mídia, e da direita brasileira.

Fernando disse...

Tudo bem, o moreninho já havia proposto a tal Constituinte específica em 98. Mas a comparação, salvo melhor entendimento, não me parece justa. O ex-professor da Sorbonne, defendeu o mesmo expediente, mas em sede do Congresso Nacional.
A presidenta, novamente salvando melhor entendimento, o fez com a ressalva de que a Constituinte específica seja processada FORA do parlamento brasileiro.
Pode parecer pouco, mas não é!

Abs