segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cada tempo, cada povo, uma História.

Parece uma ação orquestrada, e é.

Tão logo espoucaram os boatos sobre o fim do Bolsa Família, e depois, outros boatos dizendo que a presidenta havia disponibilizado duzentos reais extras, a mídia sacripanta partiu ao ataque.

Sapateando sobre a angústia alheia, riram e enxergaram na população que defende seus direitos, o traço do cabresto, como se não fossem eles (a mídia) e seus sócios que tenham se utilizado por séculos da carência dos pobres, para trocar por votos.

Eles se acham muito melhores que a população mais carente, mas quando atrasa um voo, ou quando ficam uma ou duas horas na fila do licenciamento anual, choram e esperneiam como crianças mimadas.

Chiliques em rede nacional!

Embora os pretos e pobres morram aos milhares, basta um ou dois assaltos para que as madames corram as ruas, envergando camisetas brancas e segurando pombas, como se houvesse paz possível na desigualdade que não fosse a do extermínio cotidiano.

Mas o que dizer? Vidas brancas e bem nascidas da casa grande devem valer mais que a do pessoal das senzalas.

Até as multidões deles "cheira melhor", como diria uma jornalista, catanhendamente.

Ahhh...esta cretina classe média que se acha esclarecida, talvez eles rejeitem as multidões de hoje, e prefiram aquelas de ontem, quando engrossaram a marcha conservadora e alienada, para entregar este país as trevas.



Nenhum comentário: