terça-feira, 16 de abril de 2013

Porto do Açu, senhor X e suas empresas: rei morto...rei morto!

Podemos, sem medo de errarmos, falar da franquia X no passado. 

Nada do que virá, daqui por diante, poderá ser lembrado como a mitológica estrutura empresarial que se construiu em torno do pretenso Barão de Mauá do século XXI.

O futuro é implacável, e ele esquartejará a empresa em fatias digeríveis para o apetite das aves de rapina que estão à espreita, na borda da bacia das almas.

Como agora todo mundo parece entender, embora tenhamos, nós, os "blogs sujos", dito desde o início, o modelo de captação, a super-exposição, a volatilidade dos ativos e a truculência com os arranjos locais, condenaram o grupo ao desastre.

Até o incensado projeto metalúrgico era um fiasco desde o nascedouro, porque as plantas modernas não comportam mais as estruturas arquitetadas na retro-área industrial do Porto. O que o senhor X pretendeu já era obsoleto, ou seja, a cadeia produtiva exige mais agilidade, onde o ciclo completo é imprescindível na produção primária e secundária metalúrgica, para baixar custos a agredir a concorrência.

Foram estas plantas que atraíram a cobiça dos investidores, ainda mais em tempos de influxo de demanda.

Por isto que o pessoal X ficou pendurado com a brocha na mão. 

Ninguém imagina que o playboy-magnata vai ficar pobre, não é nada disso. Mas o sonho de ser o novo Henry Ford brasileiro ficou pelo caminho...

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