sábado, 23 de março de 2013

Não perturbe!



Diz um adágio: "Não perturbe nossos inimigos enquanto eles se atrapalham".

É esta leitura simplificada que podemos fazer da atual conjuntura nacional, e do prestígio da presidenta Dilma.

Mais impressionante que sua enorme aceitação não significou a depredação do patrimônio político do antecessor, Lula, mas o contrário, quanto mais tentam criar conflitos entre ambos, mas os dois crescem, como uma relação de causa-e-efeito.

Eu já brinquei com a hipótese em outras vezes, mas não custa repetir: Uma chapa Dilma/Lula, ou vice-versa, daria para juntar votos para eleger o presidente(a) do Brasil, de todos os países da América Latina, e quem sabe o sucessor de Obama, e o secretário-geral da ONU?

Enquanto nossa caravana passa, ladram a mídia, seus porcalistas de coleira, os demotucanalhas, os nazi-judicialistas e outros seres menores, como marineiros e écistas...

Assim tá fácil demais...

4 comentários:

Anônimo disse...

A oposição “conservadora” assiste atônita às “diabrites” de Dilma, a espera de um cataclisma que não está no horizonte político. O “chefe” do bando tucano agora atende pelo nome do “mauricinho drogado” Aécio Neves, assessorado pelo decano das privatizações FHC. A oposição de “esquerda” aguarda ansiosa os próximos passos de Marina Silva para definir uma coligação eleitoral entre o PSOL e o debutante REDE. Existe no cenário eleitoral uma possibilidade do surgimento de uma chapa composta entre a ecologista do “Central Park” e novo herói do “PIG”, Joaquim Barbosa. A dúvida no ar é se os parceiros do PSOL, PSTU e PCB, o acompanhariam nesta “jornada” Marineira...

Anônimo disse...

O objetivo da presidente era garantir de qualquer maneira uma legenda minimamente organizada nacionalmente e com alguma consistência política de esquerda que a indicasse como candidata à reeleição, caso o PT deliberasse pela candidatura de Lula.

Dilma, que nunca teve nenhum compromisso programático com o PT, na verdade, entrou no partido para ocupar cargos no governo estadual de Olívio Dutra, estava muito decidida a se manter no “poder” a “qualquer preço”.

O jogo pesado começou com o patrocínio político do governo federal à ação penal do STF contra os dirigentes históricos do PT, a farsa “midiática” do julgamento do chamado “mensalão”.

douglas da mata disse...

Anônimo das 18:34,

Eu não acho que nenhuma tese seja tão maluca que nunca se realize, e tenho pelos loucos um sincero respeito.

Às vezes enxergam onde ninguém mais enxerga, porque só a loucura, com a total isenção/alienação da realidade dita "normal", possibilita a liberdade de pensar e analisar.

Mas o problema são os "falsos loucos" como você.

Sua tese não fecha:

JB, o batman do STF é cria do Lula, e os outros, como mendes, brito, etc, são demotucanos arraigados.

Isto é: o governo não conseguiria controlar o julgamento mesmo se quisesse, porque as variáveis escaparam do controle.

Um governo disputando a maior cidade do Brasil, que tem peso importante no tabuleiro de 2014 arriscaria perder, pela enorme pressão da mídia, apenas porque a presidenta imaginava que o dono da bola(Lula)poderia voltar ao jogo?

Santo deus, o que deram a este menino?

Se O PT resolver indicar Lula, nem Dilma, nem jesus cristo impedem a nomeação e eleição do presidente.

Não há legenda, nem governo que lhe dê sustentação.

Lula, meu filho, está em uma categoria à parte nas análises e instâncias políticas de debate.

Só midiotas como você não são capazes de aprender, embora o chicote tenha lanhado o lombo de vocês desde 2006.

Dilma existe por que Lula existe, mas o contrário não é verdade.

Dilma sabe disto, ou melhor, ambos sabem disto e da força desta simbiose, embora alguns bobocas insistam em dizer que as diferenças(normais, afinal, são dois personagens diferentes, com histórias e acumulação de capital político distintas)podem separá-los, ou que houvesse em algum dia possibilidade.

Tenta outra, mas toma um rivotril antes.

douglas da mata disse...

Ao comentarista anterior:

Se juntar todos eles, bater no liquidificador, não dá meio copo.