segunda-feira, 11 de março de 2013

Royalties pelo ralo. Da série: perguntar não ofende...

A cidade de Campos dos Goytacazes tem uma espécie de "embaixada" na capital do Estado, chamada pomposamente de gabinete de representação, ou escritório de representação.

A titularidade do DAS era de uma tal Rosely.

Este penduricalho serviu de algo na luta pelos royalties, ou foi só mais uma prova de desperdício produzida em desfavor do município?

Em tempo: o que faz um escritório de representação? O que fez?

2 comentários:

Anônimo disse...

Rosely, Rosimere... Nomes parecidos para titulares de escritórios de representação que não deveriam existir.

douglas da mata disse...

A comparação é cretina:

A União está para as unidades da federação de forma oposta que um simples município esta para um Estado.

Logo, a presidência, pode, se quiser e por natureza desta relação federativa, constituir gabinetes nos Estados.

Agora, uma cidade com representação dentro de um Estado?

Ah, por favor, não estamos a debater aspectos morais das titulares.

Isto é caso, se for o caso, de polícia(engraçado, o tema sumiu da mídia, e ninguém sabe se a moça é, de fato, culpada ou inocente).

E nem sequer a Rosely é acusada de nada!

O debate aqui é a utilidade, o fi, o objeto.

Fiote, entra na fila, pega a senha e tenta de novo...por aí, não deu.