segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O Papa Jânio Quadros?

Forças terríveis devem ter se levantado contra o chefe da igreja do carpinteiro bastardo!

Na verdade, é difícil dimensionar o gesto de renúncia do único homem infalível sobre a terra, e sobre quem pesa, de acordo com a superstição católica, o fardo de falar diretamente com "ele".

Mas há pistas:

O caso do mordomo pego vazando documentos secretos e que revelam os bastidores mais putrefatos da igreja, que faz parecer a pedofilia que esconderam durante séculos, uma brincadeira de criança, e não com crianças.

As ligações com a loja maçônica secreta italiana, a P2, ela mesma um braço de setores da máfia, que sequestraram e sumiram com  o corpo de uma (ou duas?) menina, em retaliação a adversários na luta pelo poder e controle do Vaticano e sua lavanderia de dinheiro, o ISER, ou Banco Ambrosiano.

A lenda diz que o corpo estaria enterrado em uma basílica importante, que para espanto de todos, também mantinha os restos mortais de um benfeitor improvável, um mafioso!!!

Não se sabe porque o papa renunciou.

Mas sabe-se que o homem infalível falhou.

Por ter medo? Quem sabe para não acordar, neste caso não acordar mesmo, como Paulo I, envenenado por seus opositores, que imaginavam manipulá-lo, e decidiram matá-lo quando viram ser impossível?

Ou por não ter medo? Quem sabe ele quer voltar nos braços do povo? Mas que povo? O Vaticano não é uma democracia! Xiiii....


7 comentários:

Anônimo disse...

Vítimas irlandesas de abusos celebram renúncia do Papa


Um grupo que representa vítimas de abusos contra crianças cometidos em instituições dirigidas por católicos na Irlanda celebrou nesta segunda-feira a renúncia do papa Bento XVI, depois que "não fez nada" para punir os responsáveis por tais ações.

"Este Papa teve uma grande oportunidade de abordar décadas de abusos na Igreja, mas no final das contas não fez nada mais que prometer tudo e, definitivamente, não fazer nada", declarou à AFP John Kelly, do grupo Survivors of Child Abuse (Sobreviventes de Abusos contra Crianças), que representa vítimas de abusos físicos, sexuais e emocionais.

A Irlanda, país tradicionalmente católico, foi sacudido nos últimos anos por uma série de relatórios que revelaram décadas de abusos contra crianças por parte do clero acobertados pela hierarquia da Igreja.

Anônimo disse...

Os rumores sobre a renúncia do Papa tornou-se ainda mais insistente durante Vatileaks escândalo, o roubo em massa de documentos privados que revelaram as lutas de poder no Vaticano.

Anônimo disse...

Bento XVI deixará o Vaticano por causa do crime organizado que atua na Santa Sé

A semana começou bombástica com a notícia da renúncia do papa Bento XVI, que deixará o comando da Igreja Católica no próximo dia 28 fevereiro.

O assunto é tratado aos sussurros nos corredores da Santa Sé, como acontece há décadas.

Uma coisa é a religião católica, outra é o Vaticano, que é um Estado. E como tal tem suas mazelas, seus subterrâneos, suas podridões. O grande fantasma que assombra os frequentadores do Vaticano é o envolvimento com o submundo do crime.

Há longas décadas sob o controle da Opus Dei, facção ultradireitista do Catolicismo, o Vaticano foi alvo, no início dos anos 80, de um dos maiores e mais sórdidos escândalos de corrupção da história. O papa João Paulo I tentou, em vão, acabar com o fim da corrupção que grassava na Praça São Pedro e envolvia o Banco Ambrosiano, instituição financeira da qual o Banco do Vaticano tinha boa quantidade de ações. Luciani acabou morto 33 dias após ser escolhido papa. O serviço de comunicação do Vaticano informou que Luciano fora alvo de um infarto, mas a história da Medicina não tem qualquer registro sobre a aparência esverdeada de uma pessoa após ataque cardíaco.

Homem correto e de conduta ilibada, Luciani, que tentou acabar com a lavanderia financeira em que se transformara o Banco Ambrosiano, instituição financeira oficial da Santa Sé. Deu-se muito mal, pois lá atuava não apenas a banda podre do Catolicismo, como a máfia turca e a loja maçônica italiana P2, morreu envenenado por causa de cianureto adicionado ao regular e tradicional chá que tomava todas as tardes.

Luciani foi substituído no cargo pelo polonês Karol Józef Wojtyla, o papa João Paulo II, que desavisado tentou a mesma empreitada do antecessor. Liquidar as relações criminosas entre o Banco Ambrosiano, a P2 e a máfia turca. Inocente, João Paulo II foi alvejado, em plena Praça São Pedro, por tiros disparados pelo turco Mehmet Ali Agca. Na esteira do escândalo do Banco Ambrosiano, alguns dos envolvidos acabaram assassinados ou se suicidaram.

Joseph Ratzinger não é um ignaro. Ciente do que acontece diuturnamente nas coxias da Santa Sé, preferiu anunciar a sua saída, justificada por razões pouco convincentes, mas que se dará também à sombra do silêncio, pois mesmo com a idade avançada o ainda papa espera viver em paz e não acabar como Albino Luciani.

Ratzinger não chegou ao comando do Vaticano sem saber o que por lá acontecia. Por trás da Praça São Pedro – visitada e fotografada por milhões de turistas de todas as partes – funciona uma central de branqueamento de capitais e uma organização criminosa sem escrúpulos e com tentáculos em todos os cantos do planeta.

A luz vermelha no reduto de Bento XVI acendeu de vez quando, no começo de 2012, vazou o conteúdo da carta enviada pelo arcebispo Carlo Maria Viganò ao papa. Na missiva que tinha a Praça São Pedro como destino, Viganò, que secretário-geral do governorado do Vaticano, afirmou que na Santa Sé “trabalham as mesmas empresas, ao dobro (do custo) de outras de fora, devido ao fato de não existir transparência alguma na gestão dos contratos de construção e de engenharia”.

A situação tornou-se ainda mais embaraçosa com a prisão do mordomo do papa, o italiano Paolo Gabriele, acusado de desviar cartas e documentos sigilosos de Bento XVI e seus colaboradores que acabaram publicados em livro.

A prisão de Gabriele foi anunciada pelo porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, no mesmo dia em que o presidente do Instituto das Obras da Religião (IOR), o banco do Vaticano, foi forçado pelo conselho de supervisão a demitir-se. E na mesma semana em que um livro publicado na Itália divulgava cartas e documentos sigilosos enviados ao Papa, ao seu secretário e a responsáveis do Vaticano, com o objetivo de “expulsar os vendilhões do templo”.

O crime organizado continuará atuando nos bastidores do Vaticano.

Fonte: Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=65554

Anônimo disse...


Leonardo Boff disse em 2010:


Teólogo diz que Bento XVI infantiliza os fiéis, é complacente com os pedófilos e fechou as portas para as outras religiões.

Anônimo disse...

Discordo num ponto: acho que ele não falhou neste ato de renúncia. Foi um acerto. O tempo dirá.

douglas da mata disse...

Comentarista das 22:53,

Você pode ter razão dentro da lógica dele na disputa pelo poder.

Mas eu enxergo atos extremos como este na perspectiva de quem tem pouca escolha, então, é muito difícil saber se ele acertará ou se não havia outro caminho.

Neste sentido, sendo quem é, e a frente da instituição que comanda, ficar nesta encruzilhada não pode ser tomado como um sucesso de "gestão".

Mas o que me agrada nisto tudo é ver como a luta temporal dentro da igreja a traz mais perto e dentro daquilo que ela diz estar acima!

Do lixo, da escória, da mesquinharia, morte, etc...

E o pior é que tem gente que acredita nestas porcarias ditas pelo papa e seus asseclas, dizendo o que pode, o que não pode, e colocando estas m---rdas em nosso ordenamento jurídico.

Anônimo disse...

A Itália é um balaio de gatos onde todos gritam com as mãos... Por isso ninguem se entende.
Dos descendendes da casa de Savóia ao Berlusconi, ambos pertencentes à Propaganda Due, dos mafiosos da Opus Dei (como o ex diretor do banco do vaticano - IOR) aos mafiosos do varejo de armas e drogas, a mistura de sagrado e profano se fundem num esquema monstruoso de lavagem de dinheiro, corrupção e assassinatos.
Pode parecer uma espécie de teoria da conspiração onde a CIA americana opera influenciando nos destinos da Itália desde a fundação da P2 com Lucio Geli. Mas não é. É pior.