quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Infâmia com sotaque espanhol, mas espírito universal.

Que a maioria da mídia corporativa é composta por escroques como Murdoch não é novidade para ninguém.

Que estes escroques não merecem a liberdade que lutamos para ter, enquanto eles se confraternizavam com os algozes, também não.

Agora, na Espanha, a lixeira denominada El País, que divisa com outros o monopólio da mídia espanhola, chegou ao fundo do poço.

Publicaram uma foto falsa de Hugo Chavez. Se fosse verdadeira, já seria de péssimo gosto, e violadora de todos os sensos de ética e preservação da intimidade de um paciente, ainda que um personagem como Chavez.

Mas é falsa.

Ei-la:


Uma grave afronta a liberdade de expressão que dizem defender!

E para quem dirá, ah isto é um fato excepcional. Não é, é uma regra!

Desde tempos imemoriais, sob o falso argumento da liberdade de imprensa e de expressão, empresas, que visam LUCRO, e partidarizaram-se em servir a elite que lhes promove o caixa, cometem tais crimes.

Foi assim com o casal Rosemberg, mortos por pena capital nos EEUU, após ampla e tendenciosa campanha de mídia que os sentenciou como espiões no ápice da guerra fria.

Foi assim no caso do restaurante Bodega e Escola Base de SP, onde pessoas inocentes foram apresentadas como culpadas. No caso Bodega, o suspeito foi torturado para caber na versão da imprensa.

Foi assim com a edição do debate Lula e Collor em 89.

Foi assim com o terrorismo da febre amarela, onde pessoas, instigadas pela mídia, se intoxicaram com overdose de vacina.

Foi assim no caso de Erenice Guerra, ministra que substituiu a então candidata Dilma Roussef, acusada por crimes que restaram provados que ela não cometeu.

Foi assim com editores e seus patrões encomendando grampos a criminosos, como no caso cachoeira-veja-demóstenes.

Foi assim com gilmar mendes e os grampos que nunca existiram, e o encontro que nunca houve da forma como ele disse.

Tem sido assim com as notícias sobre o setor elétrico, e tantas outras.

Até quando estes criminosos midiáticos continuarão a assassinar reputações e a tentar interferir nos rumos do país, com o aplauso de uma minoria barulhenta de midiotas? 

2 comentários:

Gustavo Alejandro disse...

Tudo bem, mas El País é da Espanha.

douglas da mata disse...

Putz, vi agora, e antes de liberar seu comentário já tinha retificado.

Mas valeu. Como eu disse, o espírito cretino da mídia é universal.

Um abraço.