segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Royalties: Fatos e argumentos

Nosso IDH é um dos piores do país, mesmo com o incremento significativo de receitas nos últimos dez anos!

Nossa educação básica e fundamental(aquelas sob responsabilidade do município)foram empurradas para níveis sub-piauienses.

Nossa geração de empregos patina abaixo da média nacional, e o índice de desempregados aqui é superior a histórica marca alcançada nacionalmente, de 5.3%.

Nossos índices de criminalidade violenta letal, embora o combate a esta seja uma atribuição estadual, é alto, e devemos considerar que alto número de homicídios dolosos representam um dado de fratura social importante e não resolvido, quer seja em seu aspecto social(pertinente ao município), quer seja do controle, este sim afeto às forças estaduais e federais.

Nosso processo eleitoral não pacifica as disputas políticas e não raro promovem mais e mais desestabilização política e institucional.

Tudo isto considerando que nossa população cresce quase em nível vegetativo(ou em curva inercial), que pouco ou quase nada pressiona em se tratando de aumento de demanda por serviços públicos, e que permitiu, se houvesse esta preocupação, um planejamento mais folgado.

Nosso índice de servidor (DAS, terceirizado, contratado, concursado, REDA, ou o diabo que seja!) por habitante é um dos maiores do mundo, onde temos cerca de 500 mil habitantes e um número(aproximado) de 30 a 33 mil servidores, porque ninguém, nem a Justiça sabe ao certo quantos são!  A razão destes números é espantosa: 1 servidor para cada 16 habitantes!!!!

Estes são os fatos que nos desautorizam a dizer que este dinheiro melhorou as condições gerais de vida da população campista.

Agora, esperamos os argumentos em contrário!

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