segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Às armas!

Bom, se tudo falhar, pelo tom dramático e canastrão empregado por nossas autoridades para manterem-se agarrados na "petro-teta-milionária", eu sugiro que empreguemos todo nosso esforço militar, que não é pequeno, legalizemos as milícias e o tráfico, que poderiam se juntar ao esforço revolucionário-libertador, com toda sua expertise em confronto urbano e declararíamos o Rio de Janeiro o primeiro emirado petrolífero da América Latina.

Se faltar um liame religioso para dar "coesão", como no caso do Oriente Médio, temos o fanatismo evangélico que confrontaria o tradicionalismo católico, legado do cretino do dom eugênio salles, bem representado nesta região pela TFP, e os recém perdoados (e reincorporados a igreja do papa inquisidor) discípulos do ultra radical de direita, dom ryffan. Não faltariam massacres e atentados para apimentar nossa convivência social tão pacata!

É só combinar com os EEUU, pedir apoio e armas que viriam pela 4ª Frota. Com tanto dinheiro, dá até para comprar um ou dois porta-aviões de segunda mão, quatro ou cinco F16, e no troco, uma ou duas ogivas nucleares no mercado negro russo.

Quem sabe assim os delírios presidenciais dos nosso napoleões não se realizem?

3 comentários:

Anônimo disse...

Fica brincando não.
Pode ser que aconteça...

douglas da mata disse...

É brincando que se diz as verdades.

Ora, claro que a presidenta enxerga o potencial desagregador da concentração deste tipo de riqueza mineral em um determinado gueto territorial, inflamado por sentimentos corporativo-políticos.

É só olhar o exemplo do Oriente-África, e como se portaram e se portam as potências, e suas transnacionais, em relação aos conflitos dos nativos pela prevalência na usufruição destas riquezas, não raro, permeados por aspectos étnico-religiosos, que nós, à distância, percebemos como principais combustíveis.

Não são, pois o motivo são os de sempre: território e riqueza mineral(água, petróleo, diamantes, etc)...

De todo modo, se acontecer, poderemos fazer parte da "resistência", rsrsr...

Ou vamos ter que passaporte para cruzar a BR 101, e que chique, será uma viagem internacional, rsrsr

O campistês da baixada será língua, a moeda o kbrunco.

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
A bandeira, claro, seria rosa. A bolsa de valores, no mercado. O palácio presidencial, no Liceu. A Lapa seria transformada em local de peregrinação para onde todo campista deverá se virar três vezes ao dia. O parlamento não seria em lugar nenhum. E nós, pièce de résistance, nos reuniríamos no(a) BarBearia... Ou poderíamos tentar uma guerrilha a partir do Imbé!