terça-feira, 23 de outubro de 2012

O STF e sua verdadeira imagem!

7 comentários:

Anônimo disse...

chora, petista, choraaaa!

douglas da mata disse...

Chorar?
Só se for de alegria.
Com todo o ataque da democratura jurídico-midiática, o PT saiu muito maior que entrou nesta eleição, e se fortalece para o que vem por aí: 2014, é Dilma de novo, e em 2018, o sapo barbudo tá de volta, para terminar de jogar a pá de cal nos furibundos da direita.

Estão lá, afogados em lágrimas, junto com o comentarista a´de cima: os vingadores da sala de (in)justiça suprema, o PIG, os demotucanalhas e a ultra esquerda macartista.

É o quadro do terror, rsrsrsr!!!! Chupa cambada...chupa...

Anônimo disse...

O espectador de São Paulo assistia ao horário político.

Imediatamente após o programa em que Haddad – 61 a 39 do Zezinho Trinta – desmontou ourtra mentira do Cerra, imediatamente após entra o jornal nacional, com a primeira matéria sobre o mensalão (o do PT).

Vai para break e volta com outra matéria sobre o mensalão (o do PT).

Comprova- se, assim, a hipótese de que a Grande Obra da gestão Ayres Britto na Presidência do Supremo ter sido entregar o calendário do julgamento à Diretoria de Programação da Globo.

In tandem com a cronologia da eleição municipal.

Foram duas matérias desesperadas, editorializadas.

O jn tem ainda quarta, quinta, sexta e sábado para ganhar a eleição.

O Supremo fará tudo o que pude para ajudar.

Na eleição de 2006, Ali Kamel levou a decisão para o segundo turno, com uma edição do jn no sábado.

Tentou de novo.

Quem manda não ter uma Ley de Medios?

Paulo Henrique Amorim

Anônimo disse...

A novidade nesta eleição, não vai ser a fragorosa derrota do Serra, nem a do STF, que queria influenciar a eleição contra o PT e viabilizar a Eleição dos candidatos do PSDB e do DEMO.

A novidade é a “coerência” do PSOL, que libera os militantes para votar como quiser, em Salvador, quando tem de um lado o Neto de ACM, e do outro, o candidato do PT.

Entretanto, em Macapá, faz uma “aliança pela moralidade” com o DEM. Isso é que é coerência.


Anônimo disse...

Pelo estatuto, PT teria de expulsar Dirceu e Cia.

Ao condenar José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares por corrupção ativa e formação de quadrilha, o STF impôs ao PT um desafio. Afora a necessidade de ajustar a tese segundo a qual o mensalão é uma “farsa”, o partido terá de decidir o que fazer com seu estatuto. Ou expulsa de seus quadros os três sentenciados ou rasga o documento.
As hipóteses em que a pena de expulsão deve ser aplicada estão listadas no artigo 231 do estatuto do PT. O item de número VII anota que o filiado será excluído dos quadros da legenda quando houver “condenação por crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado.”
Uma sentença transita em julgado quando não resta ao réu nenhuma possibilidade de recorrer. É o que ocorre nos julgamentos do STF, instância máxima do Judiciário brasileiro. De resto, qualquer dicionário ensina o que vem a ser um crime infamante. A infâmia é uma ação vergonhosa, que leva à perda da fama ou do crédito, um ato vergonhoso, torpe.
Quer dizer: ou o PT encampa o discurso de José Dirceu, que se considera vítima de condenações “sem provas” proferidas por um “tribunal de exceção”, ou faz valer o seu estatuto. A terceira hipótese seria a reforma das regras. Algo que, para usar a expressão estatutária, conduziria o partido a uma posição infamante.
Em 2005, quando o mensalão foi pendurado nas manchetes na forma de um escândalo, Lula declarou-se “traído” e o PT expulsou o tesoureiro Delúbio. No ano passado, Lula esforçava-se para empinar a tese da “farsa” e Delúbio, à época ainda uma condenação esperando para acontecer, foi readmitido na legenda.
Dirceu e Genoino jamais foram submetidos à Comissão de Ética partidária. Há duas semanas, depois de formalizada a primeira condenação (corrupção ativa), a dupla foi festejada numa reunião do diretório nacional, em São Paulo. Nesse encontro, Dirceu aconselhou os companheiros a se concentrarem na eleição municipal. Insinuou que a resposta ao Supremo viria das urnas. Lula ecoou-o em privado.

O diabo é que as urnas podem render votos, mas não apagam sentenças. Tampouco passam a borracha sobre estatutos. No ‘parágrafo único’ do artigo 231 do estatuto do PT lê-se o seguinte: “A pena de expulsão implica o imediato cancelamento da filiação partidária, com efeitos na Justiça Eleitoral.” O STF como que condenou o partido a se definir. Terá de dizer se o estatuto é para valer ou apenas um amontoado de regras fictícias e não contabilizadas.

Serviço: aqui, você chega à íntegra do estatuto do PT.

http://www.pt.org.br/arquivos/ESTATUTO_PT_2012_-_VERSAO_FINAL.pdf

Anônimo disse...

Gente... Melhor não confundir preferência partidária com futurologia.

douglas da mata disse...

Comentarista das 13 horas e 05 minutos:

Eu não sei bem o que o conselho de ética do PT fará sobre os réus condenados.

No entanto, um pequeno reparo na sua looooongo e ineficaz discurso:

Eleição não absolve ninguém. Fato.
Outro fato, zé dirceu e os demais não foram candidatos pelo PT.

Logo, sua injunção sobre esta máxima aí de cima, já revela o ânimo daqueles que desejam avaliar a questão sob enfoque partidário, ainda que digam: "não! o supremo cumpriu seu dever de forma isenta".

Agora, o PT, como partido político, tem todo o direito de considerar que o julgamento do stf foi injusto e violou preceitos constitucionais.

Assim como os réus, que se considerarem que seus direitos e garantias foram violados, e que o ordenamento pátrio não permitiu ampla defesa e contraditório., deverão recorrer as instâncias e organismos internacionais aos quais o Brasil está submetido CONSTITUCIONALMENTE, e que subordina às suas decisões pelos tratados e convenções, que não sei se você sabe, uma vez ratificados, têm força supra-constitucional.

E se de fato, foi tudo dentro da normalidade democrática, ótimo: ganhou o stf, ganhou a sociedade e perderam os réus.

Mas as eleições e seus resultados, embora como digam, não absolvam réus, revelaram que todo o esforço da mídia e de outros cretinos em utilizar a ação 470 para corroer o partido foi em vão.

Um dica: elabore a petição (se for filiado, claro) e apresente ao conselho de ética pedindo a "expulsão".

Só um detalhe: ainda assim, mesmo que os condenados sejam expulsos, cretinos não deixarão de relacionar a imagem destes ao partido, então, eu imagino que, a bem da verdade, eles sempre estarão ligados pela História, independente de formalismo estatutários. Pelos seus acertos e claro, pelos seus erros.

Se erraram: paguem.

Mas eu não sapatear sobre a biografia deles.

Os inimigos que façam isto.

Se quiser linchamento, procure um blog-latrina, tipo reinaldo azevedo e outros do gênero e divirta-se.

Por mais que isto irrite os macartistas, o PT manteve intacto seu capital político.