segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O PIG baba e espuma!

Não foi desta vez que o PIG venezuelano derrubou Hugo Chávez. 

Engraçado ver a cara da míriam leitão no bom dia brasil, junto com o alexandre "gracinha".

Sentimentos contraditórios redundaram naquelas "caras de cachorros que caíram da mudança".

Afinal, passaram a vida toda dizendo que a Venezuela era uma ditadura com votos, e que não havia chances de alternância de poder e blá, blá, blá...tanto que até apoiaram, junto com a embaixada estadunidense, o golpe de estado contra Chávez.

Desta vez, a oposição branca venezuelana se uniu, e legitimou aquilo que a "grobo" sempre chamou de farsa, as eleições venezuelanas.
Mas como? E agora, nós da "grobo" sempre dissemos que não havia democracia na Venezuela.

Pois bem, era preciso reajustar o figurino. Ninguém mencionou nada daquilo que falavam a exaustão: a ditadura chavista e seu apego ao poder.

Havia chance de ganhar as eleições (democracia?), então "cala-te boca".

Pois bem, Chávez contra a doença, contra todo o PIG venezuelano e internacional, contra Washington, venceu mais uma vez.

E agora? Só restou ao candidato de oposição, muito corretamente aliás, acatar o resultado da disputa na qual participou, com o pequeno senão do pedido, quando ainda se imaginava com chances, para que "grupos armados" respeitassem o resultado. 

Não foi preciso tanta preocupação, porque o povo venezuelano deu seu recado.

E o PIG? No cantinho espumando e rosnando.

Como aqui no Brasil, ficou reservado ao PIG o papel menor e mais feio no jogo democrático.
O "mensalão" arranhou algumas candidaturas do PT, e talvez tenha impedido vitórias mais fáceis, mas de fato, o PT aumentou suas prefeituras e o número de munícipes sobre seu governo, sem contar os partidos da base aliada, como o PSB, e Lula ainda entubou no PIG e nos demotucanopatas de SP um candidato que começou a campanha como um "poste de luz fraca", com 3% de intenções de voto.

E o que restou ao PIG? Espumar e rosnar. Virou hábito, pelo jeito...


Atualização: 

Leia aqui, na Carta Capital, matéria sobre o desempenho do PT, aliados a adversários nas maiores cidades paulistas, com destaque para Osasco, onde o candidato favorito, João Paulo Cunha, um dos primeiros condenados na ação 470, se retirou do pleito e foi substituído pelo seu candidato a vice, Jorge Lapas.

E leia mais no próprio PIG, no sítio G1, entubando a mais fragorosa derrota dos seus cúmplices, enquanto PT e aliados tornaram o ataque-mensalão mais uma dor-de-cotovelo para os barões da mídia e seus jornalistas de coleira.

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