sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Suicídio coletivo no altar do deus-mercado.

Não é só uma questão ideológica que nos separa dos que defendem o capitalismo neoliberal e a total desregulamentação dos mercados, embora esta fauna esteja cada vez mais próxima a extinção.

É uma questão pragmática.

Veja a situação da Inglaterra, berço das teorias liberais econômicas:


Chief fire officers warn of 'potentially catastrophic impact' of cuts

(algo como: Chefe dos bombeiros avisa sobre o potencial impacto catastrófico dos cortes).

A matéria do jornal inglês The Independent fala do aperto a que estão submetidos os bombeiros ingleses, que tiveram 1457 vagas cortadas no último ano fiscal.

O texto narra os detalhes dos cortes, e os riscos a que estarão submetidos os britânicos.

Pois é, quando as coisas vão bem, lucro estratosférico para poucos. Quando a ciranda quebra, prejuízo para todos.

Em um país que é alvo repetido de ameaças terroristas, dentre outros tantos perigos da "vida moderna", é inexplicável que o pagamento de juros valha mais que vidas.

Cada vez mais é necessária a ruptura dos laços entre a banca financista e o poder político, a não ser que a Europa e os bretões imaginem que o fogo tem poder purificador, rs.

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