domingo, 9 de setembro de 2012

Mission Accomplished...






Restos de un coche bomba en Kirkuk, a 290 kilómetros de Bagdad, tras una explosión ocurrida el viernes. / KHALIL AL-A'NEI (EFE)

Foi assim que as tropas estadunidenses saudaram george w.bush em seu "triunfal" desembarque em um porta-aviões estacionado no Golfo Pérsico, senão me engano.

Idos de 2003, 1º de maio.

O presidente anunciava o fim dos combates em solo iraquiano. Enfim, o país estava livre.

Bom, a única liberdade plena experimentada no Iraque foi a sangria de seus poços de petróleo, e a divisão de seu território em feudos de ocupação para empresas e empreiteiras estadunidenses para "a reconstrução".

Pois bem, 09 anos depois, uma cadeia de ataques no Iraque matou entre 80 e 100 pessoas, e deixou mais de 200 feridos, de acordo com as informações do El País.

Não há como desvincular este banho de sangue dos acontecimentos que se seguiram desde 2003 até hoje. O modelo de intervenção estadunidense é um fracasso.

Não há traço de estabilidade que confira um aspecto institucional democrático ao Iraque, muito menos ao Afeganistão.

Democracia, onde quer que seja, é muito mais que um slogan.

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