quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Vai começar tudo outra vez...

Obstrução de vias públicas, ocupação de prédios públicos, impropérios dirigido às Autoridades constituídas, desequilíbrio, massacre radiofônico nos programas chapa-branca, etc e etc.

A julgar pelo tom da família da prefeita, seria de bom tom o TRE e quem mais de direito, convocassem reforço no aparato de segurança, se preciso for, com auxílio da força nacional ou o Exército.

De fato, o pessoal "de cima" faz tudo isto de caso pensado, pura encenação.

Mas o problema são os puxa-sacos, que no afã de parecerem mais realistas que os reis, podem meter os pés pelas mãos.

Afinal, quem se submete a dinastia desse pessoal não tem muita condição de discernir sobre os limites da ação política legítima e o vandalismo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Os puxa-sacos, que você aqui cita tão bem, conseguem o que querem há anos nesta cidade. É revoltante e desumano! Foi postada a questão de um certo médico empresário ter aberto um veículo de comunicação, apesar de constar que como concessionário de serviços públicos ele não poderia enveredar por esta seara. A proibição consta, inclusive, na legislação eleitoral! Por colocar em dúvida sua legalidade jurídica, deveria ser apurado pelo Ministério Público. Mas o que não se tem dúvida nenhuma, é que este mesmo médico empresário, diretor do Grupo IMNE, é o maior devedor de impostos da Prefeitura de Campos! Isto sim é um caso para o Ministério Público apurar, porque não há cobrança judicial em andamento. Ao invés de estar todo este processo engavetado, sem que ninguém tome uma providência, a saúde pública é precária, fazendo com que as crianças e os idosos sofram com falta de atendimento e medicamentos. Enquanto o Grupo IMNE, empresa privada sonegadora de impostos municipais, anuncia em todos os veículos de comunicação, aquisições de aparelhos de ponta e atendimentos diferenciados, considerando-se o maior serviço médico hospitalar do interior do estado, o que até acreditamos, pois sua sonegação fiscal é revertida para incentivo fiscal, pessoas menos favorecidas morrem e quando não, sofrem com a falta de recursos dos hospitais públicos. Cadê o Ministério Público, que não vê isso? Comenta-se, dentro da própria Prefeitura, que essa dívida já passa da elevada soma de 40 milhões de Reais. Um absurdo! Onde estão nossos políticos, que não veem isto? Todos nós sabemos que para se fazer uma boa medicina exige-se recursos. Porque não cobrar essa dívida para investimento nos setores mais carentes, como saúde e educação? Este doutor vive uma vida de esbanjador com suas sonegações, revertidas em incentivos fiscais, o que lhe dá e sobra, a ponto de não ter mais onde diversificar os seus negócios, por fim vem se direcionando para os meios de comunicação, como fazem alguns políticos, que usam da mesma arma para fazer fortuna, e também, através destes veículos de comunicação, fazem suas próprias defesas, ou quando não, denigrem a imagem de pessoas contrárias aos seus ideais, para os seus próprios interesses. Mas ainda acreditamos no Ministério Público e nos políticos de bem de nossa cidade para que justiça seja feita, e nossas crianças e idosos tenham uma qualidade de vida melhor.