sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A Bahia mandou avisar!

Segue o rastilho de pólvora que acende as mobilizações policiais em todo Brasil.

Ainda que cada movimento obedeça suas especificidades, os combustíveis que alimentam as manifestações e greves são conhecidos: O descaso, a incompetência e incapacidade de dialogar e cumprir promessas dos governadores e seus assessores.

Há três dias em greve, os policiais militares baianos reivindicam salários dignos e condições de trabalho, ou seja, nada além do que  lhes é devido.

Como resposta, o governador chama os jagunços da guarda nacional para tapar o buraco, e imagina chamar as forças armadas, consumando a flagrante inconstitucionalidade, uma vez que a chamada força nacional, um monstrengo populista armado da era Lula, não tem sequer uma previsão legal para existência e funcionamento. Já o emprego das forças armadas obedece a um rito constitucional próprio, via Congresso e decreto presidencial.

Os baianos já deram a senha, dia 10 seremos nós, porque "atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu..."

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