segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Adivinhe quem vem para o jantar?

Em se tratando de negociação e reconhecimento dos pleitos dos servidores, podemos fazer uma metáfora para que as pessoas entendam do que se trata:

O governo do RJ e da BA se encontram com os servidores policiais para que todos possam contribuir para que se faça uma grande omelete de bacon.

Pois bem, na hora de dividir os papéis, os governos exigem ser a galinha para ceder os ovos, e deixam o papel de porco para os servidores, que devem "dar seu couro" para que se faça o bacon.

É mais ou menos isso.

Um comentário:

Antônio Rangel disse...

Exército atira contra a PMs baianos e seus familiares

Enquanto o Exército, em uma ação equivocada e precipitada, atira contra os grevistas, e seus familiares, na Bahia, as Redes Globo e Record pecam ao omitir que os grevistas na Bahia, ainda mantém 30% do efetivo trabalhando, nas ruas.
Estão jogando o exército contra os grevistas como se houvesse uma guerra.
Por quê não vão para a guerra contra os bandidos que estão assaltando e matando?
Estão jogando a população contra os grevistas e não respeitam o fato de haver crianças e mulheres no interior da ALE-BA.
As redes fazem o jogo do PT.
E o PT quer transformar o Brasil em uma CUBA continental.
O exército age impulsionado pela égide de um governo de ideologia equivocada, cínico e mentiroso.
Ninguém diz que os policiais querem tão pouco e que o governador irresponsável é culpado por tudo.
O governador comunista teve um mês para negociar e ignorou a segurança do Estado. Em 2011 ele foi um dos que incentivaram a greve na PM. E agora? Mudou? A PM não merece mais melhores salários?
Se os grevistas procuraram a Assembléia é porque a ALE é a casa do povo, pelo menos teoricamente, já que os deputados petistas, e da base alugada baiana, cruzaram os braços e o presidente da ALE ( do PDT) é um panaca pau mandado do governador.
COMENTO: Apesar da intransigência do amigo de Fidel, ora no governo da Bahia, o comandante geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Alfredo Castro convocou a imprensa para afirmar que há uma linha de negociação com os militares grevistas acampados na Assembleia Legislativa, mas que espera que a ocupação acabe logo.
Contudo, Castro reiterou que a proposta do governo estadual permanece a mesma: 6.5% de aumento, retroativo ao mês de janeiro. O comandante foi enfático ao dizer que as prisões não serão revogadas, vez que, a decisão da Justiça é soberana e deve ser cumprida.
Pelo menos surge alguém que se posiciona de forma correta: Mantém a negociação.
Eu não consigo imaginar um comandante, como o Cel Alfredo Castro, vendo membros de sua PM, e seus familiares, ser massacrada pelo exército a mando dos comunistas que estão no poder na Bahia e em Brasília.