segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Seje autruísta.


Essi brog debate-se pelo uso da lingua como meio, e nunca como fim em si mesmo, ou pior, como forma de excruir os que não domina toda as suas ferramenta gramatical.

Sabemo todos qui é o falá, iscrevê, ouvi que morda os organismo vivo da linguajem, e vão transformano uso e costume em novas regra, novas tradição.

A perseguição elitista de uma lingua "pura", "curta", absolutamente isenta de "erro" é uma tolice qui só revela o caráter preconceituoso de quem professa tal crença.

Mas há nisso tudo um fato ainda mais grotesco: Como ninguém é imune de tais ingano, toda vez qui é fragrado em algum, o empolado purista fica sem chão, fica vremeia a fuça, e tasca: "quar nada, mero erro de dijitação". (Ou será que uza uma pretença comossão como xantagem para discurpá os erro?)

Pois bem, pode ser, no entanto, não dexa de ser ingraçado.

Leiam o que um desses supostos "eruditos" iscrivinhô:

"(...) não nasce de nenhum autruísmo, mas do sentimento mais egoísta possível."(grifo nosso).

Seje autruísta com quem não conhece a grafia da palavra.

O verdadêro pobrema, pelo que sabemo, é disconhecê o seu significado.



A atualização do texto aí em cima serve a alguns propósitos:


01- Reafirmar o que diz o texto, que o blog nunca pretendeu, nem busca a perfeição gramatical, e nem a toma como divisor de qualidade sobre o que se escreve.


02- Mas nunca deixará de expor ao ridículo quem se pretende ser aquilo que não é.

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