segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A "mão invisível e o braço armado".



Não adianta ficar irritado, o pior cego é o que não quer ver.

Embora gostem de reivindicar espectros políticos distintos no jogo de poder nacional, e estejam em relação ao poder central em campos opostos, o governador de SP e do RJ comungam a mesma agenda quando se trata das demandas populares por terra, moradia, e na distribuição do espaço urbano e da ocupação do solo.

Ambos, em linhas gerais, favorecem os mesmos interesses, e privilegiam os de sempre: A elite, ou os financiadores de campanha.

Essa é uma constatação triste: Embora haja pleitos eleitorais, a Democracia parece refém dos interesses corporativos, na medida que não importa muito qual o viés partidário ou programático dos candidatos eleitos, a ausência de uma forma de financiamento público e isonômico das campanhas, quem paga essa conta é que manda em quem governa.

Quer seja no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, vale do Paraíba paulista, quer seja no V Distrito de SJB, ali está a "mão invisível" do "mercado" a guiar o "braço armado" do Estado, descendo a porrada nos mais fracos.



Atualizado para corrigir a localização do bairro Pinheirinho, com auxilio do Marcos Pedlowski.

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