quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Uma visão nada republicana, ou republicana vesga.

Como o filho-primeiro do casal de prefeitos adjetiva as pessoas não é importante, afinal, vindo de uma pessoa que pouco ou nada faz para sobreviver, e retira seu sustento e seu alto padrão da boa vida que papai-e-mamãe lhe proporcionam, não há muita credibilidade.

Mas em se tratando de alguém que reivindica a posição de presidente partidário, que inclusive recebe fundos públicos para existir, e que mantém representação em Brasília, na Alerj e no município, devemos prestar atenção ao que diz o menino-boquirroto, filho do 288.

Ora, para uma prefeita, não deve haver a divisão entre eleitores, adversários, ou "recalcados". Há contribuintes, que pagam seu salário e de sua administração e que, em última instância, podem dizer o que quiserem dos seus mandatários. O vínculo que lhe prende ao poder executivo é uma outorga popular, e terminadas as apurações, não há mais que se distinguir entre os que a apoiaram e os que a rejeitaram.

A administração pública é impessoal, e ao governante incumbe a tarefa de dedicar os esforços a todos.

Claro que isso não impede de impor suas políticas, seus programas, orientações e princípios.

Não se trata de se render ao programa derrotado da oposição, ou paralisar o governo pelas críticas.

No entanto, a maturidade que se espera de quem dá os primeiros passos(ou serão tropeços???)na política é reconhecer o que significa representar a população, do mais bajulador aliado ao mais empedernido opositor.

Seria pedir demais, como dissemos, de um menino-boquirroto, que tem péssimos exemplos em casa, e que ainda se mantém como se atado pelo cordão umbilical.

O cavaco não voa longe do pau.

Um comentário:

Anônimo disse...

mas há uma grande difernça entre o filho e o papai.

O filho gosta de Hyundai Santa Fé.

O papai não sabe nem dirigir automóveis. Precisa sempre de motoristas.