sábado, 26 de novembro de 2011

Óleo, mentiras e videoteipe?

No blog das meninas que procuram e acham o que fazer, aqui, há repercussão da matéria onde um executivo da Chevron para (África e América Latina) contra-ataca, e diz que a empresa que representa tem todas as condições de fazer o que não fez, e que podemos acreditar no que disse, embora a referida empresa tenha mentido e escondido os problemas o tempo todo, e dependemos de uma investigação para saber o alcance daquilo que eles dizem saber como lidar, embora não tenham dito o que foi.

Destaque para o trecho do texto onde ele diz que são infundadas as suspeitas de que estariam furando um poço para subtrair óleo de outro, esvaziando as reservas alheias.

Outra vez me socorro na ficção, e no filme que já citei, There will be blood (Sangue Negro), que conta a história da expansão e enriquecimento de um oil man(na pele de Daniel Day Lewis), com todas as extravagâncias, violência, ganância e desrespeito por qualquer coisa que se coloque no seu caminho.

Em uma passagem, o explorador de petróleo tenta comprar terras onde há enorme jazidas. Como não consegue, passa a sugar o óleo por um ligação subterrânea, a partir das terras vizinhas que adquiriu.

O filme, como já disse, pode ser confundido com a saga desse setor econômico.

Lendo agora essa defesa do executivo iraniano que toma conta dos interesses da Chevron na África e na AL, eu fiquei a pensar: Será que no mar, a vida também imita a arte?

É certo que devemos afastar pré-julgamentos, mas não pode haver demora ou negligência na fiscalização da atividade, que não se tornou o que é por respeitar as normas éticas, e pensando bem: Qual o tipo de ética praticam os oligopolistas do petróleo mesmo?




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