domingo, 6 de novembro de 2011

Conexões.




"O homem é o único animal que sabe que vai morrer. Por outro lado, é o único que tem a consciência da infinitude do Universo".

Viviane Mosé, filósofa em entrevista a Roberto D'Ávila, na TV Brasil, agora há pouco, sobre sofrimento trágico, Nietzche, sociedade, o moderno e o contemporâneo, a doença da felicidade permanente e o poder criador do conflito, assuntos que trata em seu novo livro: O Homem que sabe, pela editora Civilização Brasileira.

8 comentários:

Anônimo disse...

Leia dois artigos sobre esta mulher em ategen.blogspot.com e retorne.

douglas da mata disse...

Fui lá no blog, e que surpresa: Como legítimo blog de acadêmicos, não há espaços para comentários. Logo, não podemos correr o risco de aprender, senão pelas verdades lá colocadas, como em um altar.

Pensei em debater ou republicar o artigo aqui, mas não vale à pena.

É certo que cada editor(ou grupo)formata seu blog do seu jeito(com ou sem comentários).

Mas não deixa de ser um paradoxo, em um veículo que se firma pela possibilidade da "troca", estancarmos em um mais um blog de mão única.

Uma pena, mas em se tratando de algo no qual a semi-fascistóide marinete está envolvida, não é de causar tanta surpresa.

Um abraço, e quase-grato pela dica de leitura.

douglas da mata disse...

PS: ressalva para o boa praça Carlos Freitas, e para os outros que não conheço.

douglas da mata disse...

PS2: o termo correto não é semi-facistóide, mas feminazi, elas odeiam, rs.

Pedro disse...

Realmente uma falha do editor! Mas já está se resolvendo o ploblema dos comentários!

douglas da mata disse...

Pedro, você deve ser o que está identificado como Pedro Fernandes Neto, um dos editores.

Grato pelo comentário, mas veja: ainda que reconheça que cada blog tem seu tempo, e as soluções e debates em um blog com tantas cabeças requer tempo, é de estranhar que 04 dias após sua observação, a caixa de comentários ainda esteja indisponível.

Será que será convocada uma assembléia, para reunir uma comissão, para elaborar um parecer, para então submeter o relatório ao plenário, votar as emendas ao texto-guia para, ufffa, aprovar a abertura da caixa de comentários?

Um grande abraço.

Pedro disse...

Sou o Pedro Fernandes Neto sim!

Peço desculpas pela demora. Bom, ao que parece este detalhe no blog foi resolvido, mas só valerá para novos posts. Pode até ser que tenha outro meio para posts mais antigos, mas ñ há nenhum profissional em informática no grupo.

É verdade que o meio acadêmico tem certa dificuldade em dialogar com o público externo... Mas se você observar bem, várias medidas estão em prática neste momento com objetivo de integrar a universidade pública com a população que de fato é quem a banca. O Próprio ATEGEN realizou este ano um seminário com centenas de participantes, onde foi expressiva a presença daqueles que ñ são vinculados ao meio. Neste sentido também está no ar o blog, para prestar contas do que se faz na universidade, de maneira mais informal e atraente ao público em geral e também para abrir uma caixa de diálogo que serve em ambas as direções, uma vez que também pode ser utilizado como termômetro da eficiência e relevância do temas lá tratados, sobretudo no Norte Fluminense.

Espero ter esclarecido, e que retorne lá mais vezes.
Abraço

douglas da mata disse...

Ô, Pedro, grato pela explicações, e creia que sempre visitarei o ATEGEN.

Essa dificuldade de entrosar um debate é própria de instâncias tão heterogêneas, e que se auto-referenciam e referenciam o outro de forma tão demarcada.

Afinal, o "senso comum acadêmico" ainda enxerga o seu capital formal de conhecimento como algo merecedor de uma hierarquia e prevalência sobre o "senso comum popular", que por sua vez, afasta o conhecimento como símbolo de arrogância ou como instrumento de dominação.

Mas eu reconheço que muitos avanços têm sido conquistados, e louvo iniciativas como a sua.

Um abraço