domingo, 9 de outubro de 2011

Uiii...que mêêêdaaaa....3

Ah, o Vitor Menezes é um estraga prazeres. Por que não deixou esse belo texto para a nossa defesa, caso o falastrão cumpra sua "ameaça"? Ah, Vitor, biribiribá...num quero mais brincá...

Ia ser ótimo poder, em Juízo, provar que ser remunerado pela prefeitura, e ao mesmo tempo, funcionar como radialista de coleira é comum nessa cidade, portanto, não deveria ofender ninguém.
Tem um monte de rádio, com um monte de funcionários e secretários que cumprem a "árdua tarefa" de exercerem suas funções, e defender o governo nos programas que pilotam, alguns, em horário de serviço, inclusive e, utilizando carros e motoristas da prefeitura para seu deslocamento até as referidas estações.

Nem vou mencionar a caixa preta que são as contas de veículos e agências, que recebem verbas públicas e anúncios de contratantes com a municipalidade, em flagrante conflito de interesses, ainda mais se considerarmos que tratam-se de concessão pública.

Uma ação judicial é tudo que precisamos para desvendar esses "mistérios."

Vitor, tô de mau com você, mas ainda assim vou replicar seu texto, que foi mais uma pancada na cabeça do mentecapto.
E no fundo, você tem razão: O editor-chefe-de-coleira NÃO é remunerado pela pmcg.

Mas pelo caixa de um jornal ou rádio que se sustentam, principalmente, pela verba de publicidade oficial, e pelos anúncios pagos pelas empreiteiras e outras prestadoras que contratam com a municipalidade. Se ele entender o contrário, que o jornal e rádio auferem suas receitas de fontes que diferem das que acabo de citar, vamos então a Juízo.

Eis o texto do Vítor, o estraga prazeres:


Domingo, Outubro 09, 2011


Errei: Jornalista que colocou no ar jingle de campanha de Rosinha não é remunerado pela Prefeitura

"O jornalista Carlos Cunha protestou hoje, segundo leio nos blogs, em razão do fato de ter sido dito nesta nota do urgente!, replicada em vários outros locais, que ele é remunerado pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos.


É triste viver em uma cidade onde alguém considere uma acusação o fato de ser remunerado pela Prefeitura, como se isso de alguma forma depusesse contra a sua imagem, chegando ao ponto de ameaçar processar quem assim o disse.


Mas o fato é que, realmente, o urgente! se equivocou. O jornalista Carlos Cunha não é mais remunerado pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos. Ele o foi, na condição de subsecretário, até muito recentemente - posto que, equivocadamente, acreditei que ele ainda ocupava.


Peço desculpas ao jornalista Carlos Cunha se de alguma forma o ofendi por acreditar que ele ainda exercia cargo que deixou de exercer. Também peço desculpas aos leitores do urgente! e aos blogueiros que replicaram o post.


Esclareço que esta referência ao jornalista não se tratava de uma denúncia. Este aspecto era tão secundário na nota que nem mesmo o nome do jornalista foi citado. Não há crime nenhum em ser oficialmente remunerado pela Prefeitura. É apenas uma condição. No seu caso, apenas foi uma condição. Até prova em contrário, não há nada demais nisso.

Tocar jingle, pode?

A questão central do post, esta sim uma denúncia que precisa ser apurada, é a veiculação do jingle de campanha de uma natural pré-candidata à Prefeitura, em período que antecede em muito o período eleitoral. O próprio Cunha, como se vê, admite tê-lo feito, e uma gravação solicitada por quem de direito poderá comprová-lo. Isso, estranhamente, não parece perturbá-lo.


O responsável pela veiculação do jingle na rádio Diário FM poderia ser qualquer um. Isso não altera o possível crime de natureza eleitoral que, em última instância, acaba por ser de responsabilidade final da emissora.


Transformar um equívoco secundário em objeto de ação judicial parece ser uma estratégia diversionista para fugir do fato que realmente deve estar em questão: pode uma rádio tocar o jingle de uma campanha política fora do período eleitoral? Esta é a pergunta central do post do urgente! e que continua a ser a dúvida que, acredito, tem relevância.


urgente! se coloca à disposição para publicação de texto do jornalista Carlos Cunha sobre o assunto. Basta remetê-lo para colaboraurgente@gmail.com."

Um comentário:

Matheus Miranda disse...

Prezados senhores,peço que se possível publique na primeira página,precisamos realmente saber se uma boataria que surgiu 5 messes atrás e agora novamente ganha forças estratosféricas.Bom circulou-se em maio de que um candidato a diretor do IFF recebeu R$100.000,00 para reforço de campanha de um poderosíssimo político Campista detentor de um cargo parlamentar (Brasília),lembrando que hoje nós temos dois deputados em Brasília mas naquela época tinhamos apenas um deputado federal.Qual o objetivo de doar tanto dinheiro para uma campanha de diretor de uma escola?Seria fazer uma lavagem cerebral direto na raiz,tornando os alunos em eleitores de cabresto?Precisamos investigar a veracidade destes fatos e até que ponto é válido esta interferência financeira uma vez que tira a legitimidade do pleito?