sábado, 15 de outubro de 2011

Origem.

Que o ato do PR na segunda-feira, para o qual, CRIMINOSAMENTE, a prefeita liberou os funcionários públicos para encherem os ônibus, se destina a defesa do interesse privado partidário(embora o argumento seja a luta pelos royalties), ninguém mais duvida.

Resta aos órgãos fiscalizadores as ações pertinentes. Estão aí as JUSTAS CAUSAS para a investigação previstas no decreto 201/67.

De plano, como se trata de uma ato partidário, E PRIVADO, cabe ao PR comprovar a origem dos recursos que pagaram as empresas de ônibus que levarão os manifestantes, aí incluídos os servidores ILEGALMENTE LIBERADOS.

Como é um ato PARTIDÁRIO, e por conseguinte, gera dividendos eleitorais, o (ab)uso do poder econômico ensejaria novas ações da Justiça Eleitoral.

Para isso não precisa parar ônibus, nem criar mais constrangimentos desnecessários aos militantes à soldo, que estão ali, infelizmente, não por convicção, mas por necessidade de sobrevivência.


É só convocar os donos dessas empresas e solicitar as notas fiscais, que é claro, deverão estra preenchidas. 

Resta listar se há entre eles empresários que contratam com a PMCG, ou que mantêm concessão para exploração do transporte coletivo local.

QUE SE DIGA EM ALTO E BOM SOM: A CONSTITUIÇÃO GARANTE A MANIFESTAÇÃO E LIVRE ASSOCIAÇÃO, E O FUNCIONAMENTO DOS PARTIDOS.

DESDE QUE DENTRO DA LEI, E NÃO USANDO RECURSOS ILÍCITOS OU DESVIADOS INDEVIDAMENTE.

LIBERAR SERVIDOR PARA PARTICIPAR DE ATO PARTIDÁRIO É CRIME.

USAR EMPRESAS DE ÔNIBUS QUE CONTRATAM COM A MUNICIPALIDADE PARA ATOS DO PARTIDO DA PREFEITA DEVE SER INVESTIGADO SOB QUE CONDIÇÕES, E SE HÁ CONFLITO LEGAL.

Simples assim.

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