quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Senhor X, o comediante!

Eu li no blog Cabrunco do Chuvisco e demorei a entender, afinal, eu sou um simples beócio, ou como querem outros, um "puliça".

Pois bem, o maior especulador do Brasil, que lastreia todas as ações de suas empresas pelo investimento de risco, mais conhecido com "corretor" de  empreendimentos, diz o óbvio: A crise é do mundo especulativo, e não é do "mundo real".

Ora, beócios como eu perguntam: Mas o problema não é justamente a subordinação da agenda econômica, dita "real" pela especulativa, que arrasta bilhões e bilhões para saciar a sede do deus-mercado, e assim sacrifica os "mortais" desse "mundo real"?

Ao tentar separar esses dois mundos, o senhor X nos dá a dimensão do seu desespero, o que deveria servir como sinal para seus acionistas/investidores e puxa sacos de plantão.

Bom lembrar que no mundo "real", a quebra dos EEUU significa a quebra da China, pois o seu portfólio de títulos públicos estadunidenses constituem a maioria esmagadora da "poupança" chinesa. Ou seja...


3 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Douglas,
aí vai o link de uma matéria muito boa de ser repercutida ( http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/08/10/stf-diz-que-candidatos-aprovados-em-concursos-publicos-devem-ser-nomeados-dentro-do-numero-de-vagas-oferecidas-925108749.asp ), principalmente porque o goveno deste município tem inúmeros concursados aprovados dentro do número de vagas e se nega a nomeá-los, provavelmente porque o concurso foi realizado em outro governo, ou porque quer empregar os apadrinhados mesmo.
Abraço!

Nascimento Jr
nascimento.jr@bol.com.br

Anônimo disse...

Caro Douglas, você NÃO é nenhum beócio(indivíduo bronco, ignorante, simplório); pelo contrário. Você é muito culto e com um coerente senso crítico.

Um abraço! Moisés.

douglas da mata disse...

Nascimento,

Por mais que eu defenda o concurso público, e o direito de precedência que ele enseja, eu não entendo que a decisão do juiz vá causar grandes diferenças.

Com as limitações impostas pela LRF(lei de responsabilidade fiscal), e com a freqüente descontinuidade entre administrações que se sucedem(como é o nosso caso, no caso PSF), há sempre a possibilidade de "drible" nesse entendimento, até porque, contratar ou não é ato discricionário de governos, que passarão a publicar editais com essa "reserva", ou seja, avisando as partes licitantes(candidatos)que o certame não é para posse imediata, e sim para o que no setor privado é chamado de "cadastro de reserva".

O que deve atingir diretamente, é concursados na espera com a contratação de temporários ou terceirizados para funções que estão com vagas previstas em atos administrativos-normativos que antecedem os certames.

Vou tentar escrever, dentro das minhas enormes limitações, algo sobre o tema.

Um abraço, e grato pela sugestão.