segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O que estão esperando?

A julgar pela sanha terceirizadora-privatizante do governo local, e o eterno apetite da midia tradicional pelas verbas públicas, o que esperam para lançar uma publicação "educacional", e abocanharem um contrato de fornecimento de conteúdo a rede pública de ensino local, nos moldes da privataria tucana com a Educação paulista e a Veja?

Um tipo de contrato desses é uma maravilha, do tipo que se encaixa bem nas inexigibilidades que favorecem superfaturamentos e facilita o trato com a "concorrência".

Pelo nível da nossa educação, nem vai precisar que façam grande coisa, até porque, não são capazes de nada que preste, mesmo. Quer dizer, basta dar uma burilada no conteúdo porcaria que anda encalhando nas bancas, e vender o peixe(podre)para o pessoal da SMEC.
Tem que ter muita figura, muita figura, e palavras de impacto, tipo: interatividade, competências complementares, multidisciplinaridade, diversidade e horizontalidade pedagógica, dentre outras tantas que o Google oferece.

Ahhhh, e claro: Uma guaribada com um sofiatti ali, um demerval acolá, um bocadinho de hermetismo poético pr'á lá, e pronto! Como diriam os ingleses, perfect, that's it!

Então? Vamos juntar a fome com a vontade de comer? Mãos à obra, e se espelhem no PIG nacional para estatizarem suas redações e rotativas de uma vez! O que é público não é de ninguém, ou melhor, é de quem chegar primeiro!


Atenção: Desconsiderem o texto se já estiverem mamando nessa teta!

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