sábado, 27 de agosto de 2011

A arte de falar asneira 2!

Quando fala em nome próprio é um desastre, mas quando tenta emplacar seu ofício de puxa-saco de plantão é muito pior.
Por isso foi rebaixado do cargo de sub-goebbels para trabalhar no pasquim, onde ganha uma mesadinha de algum laranja que se diz dono daquela espelunca editorial.

O editor-de-coleira-chefe do jornal ordinário dos patetas da lapa estrilou com a nota A arte de falar asneira. Deve estar sentindo falta dos acessos que a menção ao seu pasquinóide recebe quando citado por aqui.

Vamos aos fatos:

Bom, para quem sabe ler, ficou claro que coronel de bombeiro ou coordenador de segurança(hã?) não requisita, solicita, pede ou suplica perícia. Quem pode e manda é o Delegado. Isso 'tá no CPP, e saber disso não dá distinção a ninguém.
Não saber e não procurar saber é que denota imbecilidade, ao menos quando se quer falar ou escrever sobre o que não conhece.
Coronel de bombeiro chama a polícia, como qualquer um, eu ou você, quer seja ele segurança da prefeita ou coordenador do gabinete insititucional integrado multidisciplinar contigenciado gestor de crises anti-terrororista e de operações especiais tabajara, como se imagina o coronel e seu mais novo fã.
A polícia chama a perícia, simples assim. Tão simples que até um jornalista de coleira do ordinário ou da secretaria de propaganda possa entender, se quiser, é claro. Alguns são analfabetos funcionais, copiam e escrevem, mas entendem pouco ou nada do que está registrado.

Noticiar tal fato irrelevante, é no mínimo, uma idiotice, mas continuar a replicar, só ratifica a má-fé.

Ótimo que bombeiros fossem ótimos bombeiros, e que, principalmente tenha chegado ao topo da carreira com promoções merecidas, e não por estarem perto do poder. No caso do álvaro lins, isso não deu muito certo.

Ótimo que bombeiros fossem pagos pelo Erário para cumprir sua valorosa missão de salvar vidas, e não brincar de delegado de polícia ou de qualquer outro cargo policial qualquer.

Não se trata, portanto, de desqualificar ao agentes pelas suas carreiras, como induz os grunidos do editor-de-coleira, mas o problema é que um (lugar-tenente)coronel dos bombeiros ainda queira brincar de "puliça" e bandido. Bom, o problema é que no reino da lapa, vai faltar quem lhe faça companhia no lado dos "mocinhos".

Mas o bom coronel vai me perdoar caso ele não tenha dito a asneira que disseram que ele disse.

Deve ter sido mais um competentíssima cobertura da secretaria de propaganda que o colocou nesta situação de pedir o que não pode e a quem não devia, só para dar destaque a um troço de coordenadoria que na "puliça" a gente chama de "cabeça de bacalhau": Todo mundo sabe que existe, mas ninguém vê.

Fazer o quê, foi o pobre coronel que emprestou sua carreira para dar legitimidade a esse bando de patetas, portanto, esse é o ônus.


Recomendação: Esse é um texto de nivel de compreensão 2 (fácil). Pode ser lido pelos patetas da lapa(aqueles que souberem, é claro).

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