sexta-feira, 15 de julho de 2011

Nem tudo está perdido!

Quem ouve o programa-laboratório, que é exibido todas as manhãs da rádio educativa, da Fafic, pode entender o porquê da lamentável situação na qual se encontra a imprensa dessa cidade.

Mas quem assistir o webdoc produzido pelos alunos do 7º período, orientados pelo professor Vítor Menezes, vai ter alguma esperança.

Acesse o blog e assista o vídeo Os Narradores do Açu, que apresenta um panorama humano para confrontar números, cifras, especulações e toda a pressão política e econômica sobre aquela comunidade, que não encontra (não encontrava) meios para se expressar, porque seu martírio não rende lucros aos barões da midia.

Emocione-se  indigne-se com os Narradores do Açu

4 comentários:

Bianca Alonso disse...

Muito legal ver nosso vídeo sendo divulgado aqui! Nosso objetivo é contar a história mostrando um ângulo diferente, e por isso os narradores são os protagonistas do que vem acontecendo: os moradores que cresceram e criaram filhos e netos naquele lugar e agora estão prestes e terem suas raízes e histórias de toda uma geração modificadas.

douglas da mata disse...

Bianca, eu é que agradeço a chance de poder publicar um material tão legal.

Parabéns, e continuem a acreditar que é possível jornalismo sem usar uma coleira.

Abraços.

Leticia Bucker disse...

Acredito que esse o momento de fazermos jornalismo livre. Ainda na faculdade, podemos mostrar a realidade de um povo que quer ser ouvido.
"Os Narradores do Açu", nada mais querem do que seu direito de permanecer em suas terras e continuar escrevendo, com a própria vida, suas histórias.
Nem nós, que produzimos esse webdoc, acreditávamos na força desses depoimentos...

douglas da mata disse...

Letícia, esse é o mote. Orientar-se pela intuição ou pela curiosidade. E vocês ainda que não soubessem o resultado, apostaram e arriscaram.

Eu creio que jornalismo livre (não quer dizer ingênuo de desprezar os interesses por trás de empresas)é possível em qualquer instância, seja de aprendizado ou da vida profissional.

Quem dá a medida da liberdade e dignidade do exercício da profissão, qualquer que seja ela, são os trabalhadores e não seus patrões ou chefes.

Um abraço, parabéns pelo webdoc, e grato pela participação em nosso quitinete eletrônico.