domingo, 17 de julho de 2011

E segue o festival de besteiras que assolam a planície.

O vicio de medir os outros pela sua régua contaminou o sabujo. Contraiu a doença do "chefe". Aliás, esse é um efeito colateral de quem vive pendurado no saco dos outros. Pelo jeito, esse mal é incurável e se alastra rapidamente pela lapa.

Mais uma vez, e pela última, os textos aqui não são destinados a quem tem déficit cognitivo(dificuldade de aprender, ó estúpido), como os patetas da lapa. Procurem ajuda se não entendem.

Mas difícil mesmo é entender o que o "acadêmico do ordinário" quer dizer, pois vejam o título do post onde tenta explicar o inexplicável, aliás, como de costume: "(...) O elameado(...) Como? Não seria enlameado? Bom deixa para lá.

Agora leiam mais uma  pérola que revela mais do pobre coitado do que os que ele pretende atacar:

(...)Vai aqui um conselho meu (nota do blog: conselho de puxa saco profissional, ora vejam!). Encurta aquela parte que ninguém entende nada e manda só o trecho da sua postagem, puxando o saco dele, quem sabe ele não te promove a polícia? Ele é o presidente da ALERJ. Só não sei até quando.



Pensando bem, deixa prá lá. Quem nasceu prá “puliça”, não tem jeito não. Pede outra coisa. (...)"
 
O idiota não conhece o trâmite legal para a progressão de carreira nos quadros da polícia civil, é só conhece os "esquemas" ilegais e escandalosos onde autoridades políticas utilizam o que deveria ser julgamento de mérito e conduta como troca de favores e aliciamento, muito parecido com o que fazia seu chefe, enquanto esteve à frente dos órgão de segurança do Estado.
Deu no que deu, chefe de polícia preso, e o ex-secretário, hoje deputado, condenado por formação de quadrilha. Esse é o tipo de "puliça" que povoa o imaginário do encoleirado editor: álvaro comandado pelo "coronel bolinha".
 
As promoções são atos do Poder Executivo, logo o presidente da ALERJ não "promove" ninguém. Há editais públicos, no Diário Oficial (será que o editor do ordinário sabe o que significa?), e os critérios são merecimento e antigüidade, com concorrência por sistema de pontuação definida no estatuto e regimento da corporação.
 
Mas como julga os outros por si mesmo, e nunca fez concurso público nenhum para se sustentar, e vive a adular para conseguir sobreviver, o editor-chefe do pasquim ordinário imagina que tudo se resolva com uma "canetada", ou que não haja outra forma de ascender na profissão que não seja por "apadrinhamento".
 
O trecho que grifamos "(...)Quem nasceu prá “puliça”, não tem jeito não (grifo nosso). (...)" reforça a visão preconceituosa de quem imagina os servidores policiais como condenados por suas escolhas, porque as considera uma vocação menor. Ou porque estamos aqui porque não conseguimos ser outra coisa. Será que deveríamos tentar ser editores de pasquins ou jornalistas de coleira para merecermos alguma deferência?
 
Pensando bem, receber alguma deferência de um óirgão ordinário de comunicação é uma ofensa, e nunca elogio. Que fique assim, enquanto nos ofender, sabemos estar no caminho certo.
 
Felizmente, caro editor-ordinário, alguns nasceram para ser policiais, enquanto outros nasceram para cumprir sua triste sina: Lambe botas, e nas suas palavras, "elameadas" pelo atoleiro das licitações viciadas, das quadrilhas formadas, e do esgoto que escorre das redações domesticadas pelas verbas públicas.


Eu pergunto ao leitor desavisado: Como você recordará, daqui a 20 ou 30 anos, da pessoa que foi editor-chefe do pasquim ordinário? Que lugar na História estaria reservado a um tipo desses?

Era melhor ter ficado como "presidente" de clube de praia para adular e divertir a elite decadente dessa cidade.

Pobre criatura.

3 comentários:

Wilson disse...

É isso, aí, meu caro blogueiro. O que esse cara tem contra os policiais? Sou policial e me orgulho mto disso. Sustento minha família com os meus vencimentos e não faço bicos, apesar de achar baixos os salários pagos pelo Estado, diga-se de passagem desde a época dos ex-governadores dessa terra aqui, aos quais esse cara serve.
Vergonha é ser puxa-saco e precisar se submeter a uma série de situações vexatórias, só pq não é capaz de fazer algo melhor na vida.
Como jornalista o cara escreve mal, e tem uma linha de raciocínio infantil do tamanho do cérebro dele. O cara é fraco. Só deve lembrar que policial existe qdo ele ou um dos seus cometer alguma infração, e aí correm atrás dos "amigos policiais" pra se livrarem da culpa, pra driblar as leis.
Como chefe de família eu me envergonharia de me prestar a um papel desses e não teria coragem nem pra olhar na cara dos meus filhos.

manoela disse...

Caro blogueiro não se estresse com esse grupino de puxassaco do casalzinho.

No fundo eles são um bando de incopetentes, que na grande maioria, não tem condições nenhuma de passar em qualquer concurso público, pois não estudam. São uns verdadeiros sanguessugas, uns parasitas da nossa sociedade. Não sabem fazer outra coisa a não ser se assujeitar as ordens de bolinha e de sua mulher.

douglas da mata disse...

Manoela,

eu não me aborreço, eu me divirto esculachando essa turma.

é que às vezes o tom sobe, e parece que estou aporrinhado, mas qual nada, eu acho engraçado (e triste)como alguém pode se prestar a um papel desses.

e dou corda, aí eles se enforcam.

um abraço.