domingo, 24 de julho de 2011

A cidade purgatório.

Em uma cidade bem longe daqui, onde há um Orçamento público de bilhões de reais, o poder executivo anda arrancando os cabelos.

É simples, a conta não fecha. O cronograma físico-financeiro das obras explodiu. Todos sabem o que houve. Mas ninguém diz.

É que um dublê de prefeito, que ocupou o cargo por pouco tempo, cidadão religiosíssimo, católico de primeira hóstia, achou de colocar o "terço" no bolso, e com isso, recebeu antecipado o "dízimo" das empreiteiras.

Bom, aí, acabou o milho, acabou a pipoca. Não tem santo que dê jeito.

O "milagre" responderá pelo nome de aditivo. E todos os fiéis moradores, acostumados a se ajoelharem, dirão amém!

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