sábado, 9 de julho de 2011

Botou a viola no saco!

O ex-subsecretário de propaganda do governo, e atual diretor do pasquim paraoficial desse mesmo governo, que mudou seu vínculo empregatício, mas obedece ao mesmo "chefe", botou a viola no saco.

Depois de tentar misturar defesa da "honra" (alheia, e não a dele) sob o manto da censura, e receber uma saraivada de repúdio, que no caso dele, serviu até para alguma notoriedade para quem não tinha nenhuma, foi escorregando, escorregando, mudando de versão, e agora quer nos dar lição de "jornalismo investigativo", ou de como funciona o princípio da preservação da fonte e do anonimato. Patético.

Nos blogs que li, em todos eles, não vi  nenhum dos editores defenderem abusos praticados em nome da liberdade de expressão, prática, aliás, comum na grande mídia onde atua o novo "gendarme da lapa". Mídia tradicional essa que, nessa cidade, sempre praticou o assassinato de reputação à soldo alto, em alguns casos, ou para satisfazer as conveniências políticas do "chefe", como sabemos.
Nesses dias recentes, uma estranha simbiose entre esses dois tipos de mercenários os uniu em acordo previsível.

Um pequeno parêntese: 
Podemos nos orgulhar do McDonalds, de um monstrengo playground da classe média, chamado de "boulevard", e por fim, o pensamento único na mídia tradicional.
Voilá, chegamos ao "grande mondé". Infelizmente, ônibus Itapemerim para o Farol já não pode mais ser considerado como símbolo de punjança e bem estar.
Ahhh, mas tem um banco em Morro do Coco, e quem sabe, uma agência de outro banco na cidade. Regojizai-vos, ó arautos da modernidade! O progresso chegou, junto com a manutenção das queimadas, defendidas com ardor flamenjante pela nossa mídia e seus colonistas!

Mas a mudança de foco do jornalista de coleira, ex-sub, é para desviar a atenção sobre o que foi desmascarado: A tentativa de intimidar e usar a Justiça como instrumento de chantagem e coação ilegítima a quem incomoda, revelando os segredos da alcova do poder.

Podemos dizer que o arquétipo de jornalista, escriba de coleira, veio buscar lã e saiu devidamente tosquiado.


Um comentário:

Anônimo disse...

eu só acho incrível pretender elidir a prática que eles mesmos são experts em praticar. Quer dizer que ele pode usar os microfones para adular seus pares, mas em outras ocasiões reclamam de blogs supostamente imparciais. O chefe maior pode usar seus site/blog para praticar o mais baixo achincalhe, como tornar publico processo judicial amparado por segredo mas os demais não podem questionar as práticas do governo de sua esposa.

e por ai vai

abs antonio