terça-feira, 7 de junho de 2011

Maioria dos vereadores de SJB concorda com os abusos do Governador.

Vejam como acordos políticos, baseados na submissão cega, levam parlamentares da base governista de SJB, ligados a prefeita local, a negarem a aprovação de uma moção de repúdio aos atos autoritários do governador, aliado dessa prefeita.

Vindo de um município costeiro, que depende dos ótimos serviços dos Bombeiros nas praias, e nas estradas, cheias de turistas é uma postura covarde. 
Sem mencionar os investimentos que chegam no Porto, que necessitarão, com certeza da proteção desses servidores públicos ao patrimônio de empresas e seus funcionários.

As notícias são da ASCOM da Câmara de SJB:

Moção de repúdio ao governador Sérgio Cabral gera polêmica na Câmara
"A sessão legislativa da Câmara de Vereadores de São João da Barra desta segunda-feira (06) iniciou com uma moção de repúdio ao governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, pelo tratamento que vem dando aos bombeiros que estão protestando na capital. A matéria foi proposta pelos edis: Carlos Machado da Silva (Kaká), Antonio Manoel Machado Mariano (Camarão) e Franquis Arêas de Freitas.
            A gente sabe que o salário dos bombeiros não é a contento, mas, mesmo assim eles têm o direito de se manifestarem. Agora cabe ao governador do Estado, junto com a Corporação, buscar uma solução louvável para esses bombeiros que não são bandidos para estarem presos – disse o vereador Kaká, lembrando que tem sanjoanense entre o referido efetivo. A apreciação da moção - que foi reprovada pelos vereadores da situação – gerou bastante discussão entre os parlamentares.  
            Suplementação – Em seguida, Gersinho anunciou em plenário, a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que acatou o agravo de instrumento nº 0027294-42.2011.8.19.0000, interposto pela Câmara para suspender o efeito da liminar que determinava a convocação de uma sessão extraordinária para ser apreciado o pedido de suplementação de R$ 51 milhões enviado pelo Executivo. A sessão estava marcada para acontecer amanhã. Em protesto a não inclusão da suplementação, na Ordem do Dia, os vereadores da situação mais uma vez abandonaram o plenário.

(...)"

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